quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Go Trump, GO!!!


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Progressistas, a desgraça do mundo

Amanhã será a eleição americana e ela, gostem ou não, influencia o mundo todo. Mas não é da eleição, propriamente dita, que digito estas linhas. É da forma como a imprensa e os formadores de opinião progressistas, arruínam a nossa vida.
Como todos devem saber, a ideologia do politicamente correto, nasceu e cresceu no progressismo. Esta coisa de se fazer uma reengenharia social e tornar a sociedade um ambiente asséptico e insosso, tomou conta do mundo ocidental e fez carreira nos meios de comunicação.
A perseguição a Trump, ao Brexit, Marine Le Pen, Israel, Bolsonaro e etc.. faz parte do establishment progressista e isto, contaminou muita gente e fez com que essas pessoas parassem de pensar, se tudo isto é correto e leva a quê.
É fácil provar o nível de manipulação destes demônios, basta olharmos para a nossa política e economia. O politicamente correto queria um presidente povão e veio Lula, depois queriam uma mulher (feminista obviamente) e veio Dilma, contudo a realidade se impôs e como diz o adágio popular: Esqueceram de combinar com os Russos.
A crise chegou e se estabeleceu, o peão que foi presidente se tornou milionário e ladrão, a mulher empoderada foi apeada e a sua cumplicidade está confirmada. Estudantes não estudam mais, professores fazem doutrinação nas escolas, todo mundo é vítima de alguma coisa e todo branco é culpado das mazelas universais, exceto se ele for gay, pois aí ele está revestido da pureza e do amor.
E o que fazem os progressistas?? Lavam as mãos, assoviam e fazem de conta que não é com eles. Negam qualquer participação no fracasso e se este mesmo se fizer evidente, dão a velha desculpa que fracassou por que foi deturpado e saem pela tangente, esperando o próximo salvador que lhes dê guarida as suas teses furadas e recheadas de sofismas e verborragia.
Deixando o Brasil, olhemos para os EUA e Europa. Obama, se não fosse negro, teria entrado para a história como um presidente medíocre, pior que Jimmy Carter, mas não satisfeitos com a desgraça, querem impor uma mulher corrupta e leniente na presidência (observem: Primeiro negro, primeira mulher), e se der errado, mudam de foco e passam a exigir a cabeça de quem eles colocaram lá (vide Lula e Dilma), mas fazendo isto de forma que ninguém lhes aponte a culpa e a cumplicidade.
Angela Merkel era a queridinha mesmo sem ser feminista, mas bastou declarar que o multiculturalismo fracassou e já virou alvo do ódio deles, afinal de contas, o mundo maravilhoso em que pensam que vivem, é constantemente solapado pela realidade da natureza humana.
Os engenheiros sociais, que se embriagaram nas teses absurdas dos humanistas e relativistas, precisam, antes de qualquer coisa, combinar com os Russos, mesmo sendo esses, difíceis de cederem.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Arnaldo Jabor: O militante imaginário



Publicado no Estadão

O MI se julga em ação, só que não se mexe. Ele é a favor de um Bem que não conhece bem. O que é o “Bem” para ele, o nosso militante imaginário?
Para o MI de hoje o “Bem” é uma mistura de crenças ideológicas que nos levariam a um futuro de felicidade. A mente de um MI é um sarapatel de leninismo vulgar, socialismo populista, subperonismo, vagos ecos getulistas e um desenvolvimentismo tosco.
Eles gostam de ser militantes porque é bonito ser de uma vaga esquerda enobrecedora; ela abriga, como uma igreja, muitos tipos de oportunismo ideológico. São professores universitários, intelectuais sem assunto, jovens sem cultura política e até mesmo os “black blocs” que já são tolerados e viraram uma espécie de “guarda revolucionária” dos militantes.
Existem vários tipos de militantes imaginários.
Há o militante de cervejaria, de estrebaria e de enfermaria. Bêbados, burros e loucos.
O MI é um revolucionário que não gosta de acordar cedo. É muito chato ir para porta de fábrica panfletar.
O militante verdadeiro, puro, escocês, só gosta de teorias. A chamada “realidade” atrapalha muito com suas vielas e becos sem saída. Os MI’s odeiam a complexidade da realidade brasileira, porque eles aspiram a um absoluto social num mundo relativo; eles querem um Brasil decifrado por três ou quatro slogans.
A grande paixão do MI é a certeza. “Dúvida” é coisa de burguês reacionário, frescura social-democrata ou neoliberal. O MI só pensa no futuro; odeia o presente com suas complicações, idas e vindas. O militantes odeia meios; só tem fins.
Para o MI, o presente é chato. O futuro é melhor porque justifica qualquer fracasso: “Falhamos hoje, mas isso é apenas uma contradição passageira na marcha para a grande harmonia que virá!”. E quanto mais fracassos, mais fé. O MI perde o poder, mas não perde a pose e a fé. A cada uma de suas frequentes derrotas, mais brilha sua solidão de “vítima” do capitalismo. Aliás, ser “contra” o capitalismo justifica tudo e garante uma respeitabilidade reflexiva. E hoje, como o comunismo está inviável, os MI’s lutam pela avacalhação do que já existe, pois não têm nada para botar no lugar.
O MI é uma espécie de herói masoquista, pois tem o charme invencível do derrotado que não desiste.
Os MI’s são em geral românticos, são até bons sujeitos, mas são meio burros.
Há até MI’s cultíssimos, eruditos; porém, burros. Eles não veem o óbvio, porque o óbvio é muito óbvio. Acham que a verdade só existe escondida nas nervuras do real.
Depois de 13 anos de erros sucessivos, quando o PT abriu as portas para o presidencialismo de corrupção, houve o impeachment. Foram longos meses de cuidados constitucionais até a conclusão. O STF, o Congresso, a OAB, a PGR, todos consagraram rituais institucionais corretos.
Mas, não adianta; depois de pixulecos e panelaços, começou a gritaria de “golpe, golpe” e refloriu a primavera dos militantes imaginários que estavam meio arredios, acuados. A desgraça é que eles insistem nas dualidades ideológicas, quando o problema do Brasil é contábil. É a economia, estúpidos! – como disse Carville.
Hoje, eles estão pululando e gritando “Fora Temer”; até sem saber porquê.
Não importa se dilmistas e petistas tenham arrasado o País, jogando-o na maior depressão da história; o que importa para os MI’s é que, mesmo arrebentando tudo, eles portavam a bandeira mágica da revolução imaginária que tudo justifica. Espanta-me a frivolidade desses protestos abstratos. Os MI’s não se permitem nem alguns meses da esperança de que se consertem as contas públicas; destruíram-nas e não deixam consertá-las.
O militante imaginário se considera superior a todos nós, reacionários e caretas.
O MI é uma alegoria de si mesmo; ele não é apenas um indivíduo – ele é mais do que isso, ele é o autodeclarado embaixador do povo. O militante imaginário se considera o sujeito da história, o cara que vai mudar o rumo do erro; enquanto isso, a direita sabe que a história não tem sujeito; só objeto (no caso, o lucro).
Eles lutam pelo passado. São regressistas com toques sebastianistas de paz no futuro e glória no passado. Eles têm uma espécie de saudade de um mundo que já foi bom. Quando foi bom? Durante as duas guerras, no stalinismo, quando?
Ou seja, eles tem saudade de um tempo em que se achava que o mundo poderia vir a ser bom… É a saudade de uma saudade.
O MI acha que o mundo se divide em esquerda e direita – em opressores e oprimidos. Qualquer outra categoria é instrumento dos reacionários. O MI detesta contas, safras de grãos, estatísticas, tudo aquilo que interessa à velha direita. Por isso, ela ganha sempre.
O militante imaginário não pode ser confundido com o patrulheiro ideológico. Este vigia os desvios dos outros. O MI brilha como um exemplo a ser seguido. O MI só ama o todo.
Enquanto a direita só ama a “parte” (sua, claro). O MI nunca leu O Capital; a direita também não, mas conhece o enredo. O MI vive falando em “democracia”, mas não acredita nela. Como sempre, os MI’s só defendem a democracia como estratégia (“a gente apoia e depois esquece…”) .
Ultimamente, os MI’s andam eufóricos – não precisam mais governar e outras chateações administrativas. Agora, estão na doce condição de vítimas. E por aí vão, se enganando, se sentindo maravilhosos guerreiros com “boa consciência”, enquanto contribuem para a paralisia brasileira. É isso aí…
O MI me lembra uma frase de Woody Allen que adoro:
“A realidade não tem sentido, mas ainda é o único lugar onde ainda se pode comer um bom bife”.
O MI não quer bife.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

O fim chegou...

Odeio você

No século XXI, a esquerda brasileira ainda cultua a figura do caudilho latino-americano

No Citibank Hall, em São Paulo, Caetano e Gil conduziram a plateia numa versão de “Odeio você” que se completava com “Temer”. Há motivos para a indignação contra um governo recheado das velhas figuras do PMDB, assentado no chamado “Centrão” e salpicado pela gosma de preconceito dos pregadores-negociantes. Contudo, os dois músicos e seu público não apenas rejeitavam o presidente adventício como também se solidarizavam com a dissolvida ordem lulo-dilmista. O evento, um entre tantos que envolvem intelectuais e artistas, evidencia a eficácia da narrativa do “golpe parlamentar”. É mais uma volta no parafuso que prende a esquerda brasileira a lideranças e ideias regressivas. O fracasso não ensinou nada — e apagou as páginas de lições prévias.

Lula e Dilma, depois de tudo — é sério isso? Os heróis da esquerda são os compadres de Marcelo Odebrecht, os chefes dos gerentes-operadores da Petrobras, o óleo na engrenagem de um capitalismo de subsídios e sombrias negociatas. Na ordem lulo-dilmista, circulavam como aliados e associados os mesmos canalhas que rodeiam o atual governo. O que eles “odeiam” não é a presença perene dessa gente, mas a ausência de seus heróis sem nenhum caráter. O Temer que eles odeiam é a implicação necessária dos governos que eles amaram.

No campo político da esquerda, nada se aprendeu sobre uma política econômica amparada nas rendas extraordinárias do ciclo internacional da “globalização chinesa”, que nunca gerou ganhos de produtividade e se concluiu numa depressão tão profunda quanto à do colapso cafeeiro. E nada se aprendeu sobre políticas sociais referenciadas em estímulos conjunturais ao consumo e transferências  diretas de renda, que se esgotaram sem reformas de fundo. Enquanto ainda cantam as glórias petistas, eles escondem de si mesmos a permanência de uma educação pública em ruínas e as carências humilhantes dos serviços públicos de saúde. Eles gostam de cotas, não de direitos universais.

O que sobra de uma esquerda cega à desolação das nossas metrópoles cindidas em guetos sociais e, portanto, estruturalmente violentas? Por que eles amam tanto o retrógrado Minha Casa Minha Vida, um programa que ergue habitações populares distantes dos centros das cidades, reiterando um padrão secular de segregação espacial? Copa, Jogos Olímpicos, Porto Maravilha: a roda da fortuna da especulação imobiliária.

Numa mesa-redonda, Guilherme Boulos, o líder do MTST, inverteu a sequência temporal dos eventos para justificar a falência econômica da Venezuela chavista pelo colapso das cotações do petróleo. A caravana do “Odeio você” avança, de olhos vendados, rumo ao passado. Eles não reconhecem que, sob Hugo Chávez, somente se aprofundou a histórica dependência venezuelana das rendas petrolíferas, nem que a “revolução bolivariana” implodiu sob o peso de seus próprios erros, degenerando num regime autoritário, repressivo e impopular. No século XXI, a esquerda brasileira ainda cultua a figura do caudilho latino-americano.

Podemos ter nosso próprio Che? Wagner Moura, cuja inteligência política é inversamente proporcional a seu talento dramático, clama por recursos públicos para um filme sobre Marighella. Ele quer cercar seu personagem com a auréola do romance, ajudando a convertê-lo em marco de memória. A luta armada, o “foco revolucionário”, ofereceu os pretextos ideais para a evolução da máquina repressiva, contribuindo involuntariamente com a sedimentação da ditadura militar. À luz da história, compreende-se o erro trágico dos militantes que se engajaram naquela aventura. Já a romantização da tragédia, tanto tempo depois, e na vigência das liberdades democráticas, deve ser classificada como o ato típico de um idiota.

Na Europa, as correntes principais da esquerda aprenderam com a experiência totalitária soviética o valor fundamental da democracia. Na América Latina, o percurso de aprendizado foi interrompido pela Revolução Cubana, com seu infindável cortejo de mitos. Cuba é o nome da caverna escura que aprisiona a esquerda brasileira. Um quarto de século atrás, o PT chegou a qualificar o regime castrista  como uma ditadura indefensável. Hoje, celebra tanto o defunto “modelo socialista” cubano (isto é, o estatismo stalinista) quanto as reformas econômicas deflagradas por Raúl Castro (isto é, um sistema de mercado sem a contrapartida de direitos políticos e sindicais). Nesse pátio de folguedos do anacronismo ideológico, encontra-se com sua dissidência agrupada no PSOL.

“Odeio você, Cunha!”. A performance da esquerda apoia-se num álibi primário. Eles dizem, com razão, que Eduardo Cunha está no DNA do governo Temer. Porém, obliteram o fato de que, sem a engrenagem da corrupção partidária institucionalizada sob o lulo-dilmismo, Cunha seria apenas mais um corrupto de terceira classe. O ódio caetaneado, um produto político seletivo, opera simultaneamente nos registros da memória e do esquecimento. Cunha é Temer — mas é também Lula e Dilma.

Nos idos de junho de 1968, interpretando “É proibido proibir”, Caetano desafiou uma plateia que urrava contra as guitarras elétricas dos Mutantes, pateticamente identificadas ao “imperalismo americano”. Hipnotizados pelo romance da esquerda latino-americana, os jovens odiavam tudo que não fosse Vandré. O Caetano de hoje representa a negação do Caetano original: no Citibank Hall, ele arrependeu-se de si mesmo, curvou-se às vaias do passado, escreveu o epílogo de uma biografia autorizada.

Pablo Milanés desempenhou, ao longo de décadas, o triste papel de trovador oficioso de Fidel Castro. Caetano faz uma melancólica imitação tardia, candidatando-se a trovador de Lula e Dilma. Ninguém deveria odiá-lo por esse motivo. No fim, sua performance reflete os fracassos e as frustrações de uma esquerda enclausurada na gruta de seus mitos. O “velhote inimigo que morreu ontem” está entre nós, bem vivo.

Demétrio Magnoli é sociólogo

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Pode chorar


Carpideira é uma profissional feminina, cuja função consiste em chorar para um defunto alheio. É feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto, a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade.

No momento atual, carpideira é o petista ou esquerdista em geral, cuja função consiste em chorar para a defunta política e dizer que a mesma foi fruto de um "gópi". O acordo é baseado numa sensação de perda do cargo que ocupa; Na ilusão perdida do socialismo que,mais uma vez, deu errado; Na iminência de ter que buscar emprego sem ter qualificação alguma; Na falta de inteligência mesmo.
O choro é livre e dá gosto vê-los chorar (olha a mesóclise aí)!!!

quarta-feira, 31 de agosto de 2016






Tchau maldita

Analisando, objetivamente, o resultado da votação do impeachment, fica constatado alguns fatos.

1) O objetivo principal foi alcançado.

2) A questão dos direitos políticos da cassada, não se encerrou aqui, isto será ainda debatido no STF por causa da lei da ficha limpa.

3) Se a cassada, em 2018, conseguir concorrer a algum cargo eletivo, com certeza será de responsabilidade dos eleitores daquele estado a elegerem ou não.

4) Ainda jorrará muita merda do esgoto da lava-jato até lá, portanto qualquer prognóstico agora, será exercício de futurologia.

5) Não foi golpe.

6) A esperança voltou.
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