quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Cara de pau


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Até quando vamos ter que esperar os progressistas se calarem


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Democracia é assim mesmo

DEMOCRACIA: é o que é, mesmo quando você não quer. De tudo, o que mais me admira é a perplexidade das pessoas com o corrido. Gente que nem dormiu direito, alegando estar sentida pela falta de democracia, pelo golpe. Vocês precisam é estudar e tomar vergonha na cara. O que aconteceu ontem, pode ter sido bom, pode ter sido ruim, pode nem ter sido nada (afinal, ainda tem muito chão pela frente), mas ainda assim, foi uma das maiores representações de DEMOCRACIA que este país já presenciou. Democracia sim, pois todos precisamos aprender que democracia não é só quando meu clubinho ganha, democracia não é só quando concordam comigo. Democracia não é só da minha cor, não é só quando eu quero. Democracia é questão numérica de representatividade. Ponto. Vi gente dizendo que precisávamos nós, o povo todo, estar lá votando. Não. Eleições existem para determinar representatividade. Limpem o choro e aprendam a votar. Queiram ou não, este congresso é o que representa este país, estado a estado, região a região. Dói, né? Ver uma câmara que beira o fundamentalismo religioso, né? Eu sei, dói. Mas isso é democracia. Sim, somos obrigados a dizer: ele representa uma pá de gente. Somos um país onde a maioria das pessoas está se tornando fundamentalista religiosa, ou pelo menos, eles conseguem se organizar politicamente melhor que os demais. Isso é democracia. Democracia não é só quando seu sindicato paralisa a empresa. “Ah, mas a mídia, os jogos políticos, o imbróglio jurídico”. Engole esse choro: isso pode ser ruim sim, pode ser péssimo, inclusive, mas não é desrespeito à democracia. Democracia política consiste justamente nessa jogatina política toda aí, nesse barulho midiático todo. Um golpe, juridicamente possível pode ser tudo, menos um golpe. A complexidade das entranhas dos poderes é o que garante a consistência do estado democrático de Direito. O nosso STF (majoritariamente de POSIÇÃO, diga-se de passagem), acatou o pedido do tal do impeachment. FIM. Agora, impedir as ações do judiciário e querer calar a mídia, por mais tendenciosa que seja, SIM, ela é, isso JAMAIS será democrático. Organizem-se e façam uma mídia melhor e mais convincente que a Carta Capital, formem juristas melhores e mais consistentes: o jogo da política democrática não está acostumado a decisões unilaterais em nome de ideologias, não importa o quão bem intencionadas estejam elas. Democracia é o governo das maiorias, não das minorias. Dói mas é a realidade. Não existe maneira bonita pra dizer isso: esqueçam as minorias, elas serão tratadas como espécime em extinção, artigo de luxo de zoológico para madame ver, e só. A maioria desse país não é de índios ou quilombolas, como foi citado, e sim de uma classe média com conhecimento político medíocre, mas que, quer vocês queiram ou não, é responsável pela maior parte dos votos daqueles que ali votavam. Isso, feliz ou infelizmente, sinto ser eu a ter de dar a notícia, mas é democracia. Lembra do “cada povo tem o governo que merece”? Então. O Brasil nunca se viu tão representado quanto ontem. Nós é que somos o problema. Vi gente dizendo que os deputados foram bairristas, citando suas regiões como origem de seus votos. Desculpa mais uma vez ter que dizer essa triste realidade, mas sim, os deputados representam interesses regionais. Eles estão lá para defender o Brasil, sim! Mas através dos interesses de uma parcela dele, não da união. Eleição — representatividade — democracia; nessa ordem. Ouvi gente falando em “VOTAR” contra o golpe. Caríssimos, deixem de ser ridículos. Contra golpe não se VOTA. Se é voto, não é golpe. Vocês perderam por incompetência numérica. Isso é democracia. A democracia fede, mas é o que tem pra hoje. A democracia tem de engolir gente ruim, gente que não concorda com a gente. A democracia, assim como a bondade, não é privativa da esquerda. Engulam esse choro e encarem de frente a grande merda que SOMOS e não que “eles são”. Eu tive que engolir um deputado homenageando torturador. Isso é democracia. E foi bom: dá pra saber em quem não votar. Não dá pra implorar por um Estado paternalista, sem perceber que depois que o Estado cresce, nada mais segura. Vocês criaram esse monstro, nós criamos esse monstro. Essa democracia que vocês aqui detestam, seria bem menos violenta se o Estado fosse menor. Se vocês entendessem que um Estado que tem poder de dar, também tira. A mão grande do Estado que vem para afagar, é a mesma que pune, o Estado é pai que fornece, mas jamais esqueçam que é o mesmo pai que castiga. Não custa lembrar: Hitler foi eleito democraticamente em um Estado paternalista ao extremo e gigantesco ao absoluto. Vontade das maiorias em um Estado gigante. Tudo o que ocorreu ontem é perfeitamente possível e previsível em todo o nosso trâmite legal em uma democracia escrita e criada com o viés ideológico da Esquerda. Isso também é democracia. O petista pensa assim: O nosso legislativo julga, nosso judiciário executa e nosso executivo legisla. Eu nunca reclamei, até que meu time não foi mais o majoritário. Ah sim, reclamar também é democracia, o choro, embora preocupante, é livre. Disse a mesma coisa quando não aceitaram a derrota do Aécio. O que não é democracia, no entanto, é um poder que se perpetua através da subtração de estatais e maquiagem de dados. Isso não é vontade da maioria, é roubo, engodo e fraude. O que não é democracia é gente que vi dizendo querer “invadir o congresso”, gente que “se fosse Deus explodiria tudo”. Gente que não se conforma em ver que a democracia os deixou de lado, pois é isso que a democracia faz, ela atropela quem ela quiser, quem não for maioria, a fria questão dos números. Da pra entender que os fãs de salvadores da pátria, ideologias únicas, e populismo, tenham pensado até hoje, que havia uma supremacia eterna do executivo e de sua ideologia, mas não. Existem mais dois poderes de igual relevância. Se você acordou só agora pra esse fato (e pra realidade), acostume-se, uma democracia é assim: E não como você quiser. O único jeito de amenizar esse efeito colateral da democracia, é diminuir o Estado. Mas essa parece ser a única coisas que vocês não aceitam. Vão ter que aceitar o pior. Por Augusto Carminati

sábado, 26 de março de 2016

Acabou lulare


Blog do Noblat

 

O ocaso de um mito chamado Lula

Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)
Neste momento em que a Operação Lava Jato desconstrói a imagem de Lula, depurando-a de todos os artifícios, instala-se uma espécie de assombro geral nos meios intelectuais e artísticos do país, onde ainda reina forte resistência aos fatos.
Tal depuração baseia-se em alentados registros – e o mais eloquente vem da própria voz de Lula, captada nos recentes grampos telefônicos, autorizados pela Justiça, em que exibe solene desprezo pelas instituições, em especial o Judiciário.
Não se deve apenas aos truques do marketing político-eleitoral a construção da imagem do falso herói. Bem antes do advento dos Duda Mendonça e João Santana, hoje às voltas com a Justiça, Lula já desfrutava de altíssimo conceito redentor, esculpido no âmbito universitário, onde o projeto do PT foi engendrado.
E aqui cabe repetir o bordão lulista: nunca antes neste país, um presidente da República foi brindado com tantos títulos honoris causa por parte de universidades, mesmo sem ter dado – ou talvez por isso mesmo - qualquer contribuição à atividade intelectual.
Ao contrário: Lula e seus artífices difundiram o culto à ignorância e ao improviso, submetendo a atividade intelectual à condição subalterna de mera assessora de um projeto populista.
A epopeia de alguém que veio de baixo e galgou o mais alto cargo da República fascinou e comoveu a intelligentsia brasileira, que o transfigurou em gênio da raça. Pouco interessava o como e o quê fez no poder – questões que agora se colocam de maneira implacável -, mas o simples fato de que a ele chegou.
O símbolo falsificava o ser humano por trás dele. E o país embarcou numa ilusão de que agora, dolorosamente – e ainda com espantosas resistências, – começa a desembarcar.
Fernando Henrique Cardoso, símbolo da nata acadêmica nacional, deixou suas digitais nesse processo. A eleição de Lula, em 2002, contou com sua colaboração. Como se recorda, FHC desengajou-se da campanha presidencial de José Serra, dizendo a quem quisesse ouvi-lo: “Agora, é a vez de Lula”.
Conta-se que, naquela ocasião, ao recebê-lo em Palácio, chegou a oferecer-lhe antecipadamente a cadeira presidencial. Era o sociólogo sucedido pelo operário, ofício que Lula já não exercia há mais de duas décadas. As cenas da transmissão da faixa presidencial, encontráveis no Youtube, mostram um Fernando Henrique ainda mais deslumbrado que seu sucessor.
Lula, na ocasião, disse-lhe: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”. No dia seguinte, cessou o entusiasmo: o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, em sua primeira entrevista, mencionava a “herança maldita” do governo anterior, frase repetida como mantra até os dias de hoje.
E o “amigo” não mais pouparia seu antecessor, por quem cultiva freudiana hostilidade. A erudição, ao que parece, o incomoda, embora a vida lhe tenha proporcionado meios bem mais abundantes de obtê-la que a outros grandes personagens da cultura brasileira, de origem tão modesta quanto a sua, como Machado de Assis, Gonçalves Dias e Cruz e Souza, mestiços que, em plena escravidão, ascenderam ao topo da vida intelectual do país.
O mito Lula começou ainda na década dos 70, em pleno governo militar – e contou com a cumplicidade do próprio regime, que, por ironia, o viu como peça útil na desconstrução da esquerda, abrigada no velho MDB e em vias de defenestrar eleitoralmente o partido governista, a Arena. O regime extinguiu casuisticamente o bipartidarismo, de modo a esvaziar a frente oposicionista.
A frente, em que a esquerda tinha protagonismo, entendia que não era oportuno o surgimento de um partido de base sindical, que a esvaziaria, diluindo os votos contrários ao regime. Lula foi peça-chave nesse processo, concebido pelo general Golbery do Couto e Silva, estrategista político do governo militar.
Há detalhes reveladores em pelo menos dois livros recentes: “O que sei de Lula”, de José Nêumanne Pinto, que cobriu as greves do ABC pelo Jornal do Brasil naquele período, e com ele conviveu; e “Assassinato de Reputações”, de Romeu Tuma Jr., cujo pai, o falecido delegado Romeu Tuma, então chefe do Dops, foi carcereiro de Lula, no curto período em que esteve preso.
Tuma e Nêumanne convergem num ponto: Lula foi informante do Dops, o que lhe facilitou a construção do PT, a cujo projeto se agregariam duas vertentes fundamentais - a esquerda universitária paulista e o clero católico da Teologia da Libertação.
Essa gênese explica a trajetória vitoriosa do partido: o clero proporcionou-lhe a capilaridade das comunidades eclesiais de base e os acadêmicos prestígio e acesso à grande mídia.
A ambos, o PT retribuiu com Lula, o símbolo proletário de que careciam para forjar o primeiro líder de massas que a esquerda brasileira produziu e que a levaria, enfim, a vencer eleições presidenciais. Deu certo – e deu errado.
Lula chegou lá, mas corre o risco de concluir sua trajetória na cadeia. Os acertos de seu primeiro governo derivam da rara conjunção de uma bonança econômica internacional com os ajustes decorrentes do Plano Real. Finda a bonança e desfeitos os ajustes, restou a evidência de que não havia (nunca houve) um projeto de governo – e tão somente um projeto de poder.
A Lava Jato, ao tempo em que reduz Lula a seu exato tamanho, político e moral – e, ao que se sabe, há ainda muito a vir à tona -, mostra o que fez, à frente do PT e do país, para que esse projeto se consolidasse e o eternizasse como pai dos pobres – uma caricatura de Vargas, com mais dinheiro e menos ideias.
De gênio político, beneficiário de uma conjuntura que desperdiçou, lega à posteridade sua grande obra: Dilma Roussef, personagem patética que tirou do anonimato para compor um dos momentos mais trágicos da história da República.
O historiador do futuro terá o desafio de decifrar o que levou a inteligência do país – cujo dever de ofício é antever e evitar tais desvios - a embarcar num projeto suicida, a serviço da estupidez, não hesitando em satanizar os que a ele se opõem.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Sapatão 44


Para quem não sabe, no linguajar popular, "grelo" é o clitóris da mulher e mulher do "grelo duro" é sapatão 44.

Lula: Aquele filho da puta daquele procurador antes de dar a notícia da intimação na quinta-feira para o advogado deu pra Globonews.
É um filho da p*** mesmo.
Vannuchi: Ativista político, coxinha.
Lula: O problema é o seguinte, Paulinho. Nós temos que comprar essa briga.
Eu sei que é difícil, sabe. Às vezes fico pensando até se o Aragão devia cumprir um papel de homem nessa porra.
O Aragão parece nosso amigo, parece, parece, parece, mas tá sempre dizendo olha… sabe.
Vanucchi: É. O pessoal tá assustado.
Lula: Nós vamos pegar esse de Rondônia agora e vamos botar a Fátima Bezerra e a Maria do Rosário em cima dele.
Vannuchi: Isso mesmo.
Lula: Sabe, porque… até a Clara Ant (…) porque fica procurando o que fazer. Faz um movimento da mulher contra esse filho da puta.
Porque ele batia na mulher, levava ela pro culto, deixava ela se fuder, dava chibatada nela.
Cadê as mulheres de grelo duro do nosso partido?
Vanucchi: É isso aí. Sua fala foi muito boa.
Fátima Bezerra (fatão, da época de facul), todo mundo já sabe, mas Maria do Rosário, é coisa nova.
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