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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
sexta-feira, 17 de junho de 2011
O pior dos piores
Reinaldo Azevedo disse:
Quando “constitucionalizou” a união civil entre homossexuais, contra a letra da Constituição, estava claro que o STF não reconhecia mais limites para a sua atuação. E olhem que eu sou favorável à união civil, já disse aqui. Ocorre que o tribunal é uma corte constitucional, não um guia moral do povo. Ou bem se mudava o artigo da Contituição que define que a união civil é aquela que se dá entre “homem” (com bingolim) e “mulher” (com borboletinha), ou nada feito. O que temos hoje? A Constituição diz uma coisa, e o tribunal, outra. No caso da apologia da maconha, o Código Penal diz uma coisa, e o tribunal, outra. No primeiro caso, o subterfúgio foi afirmar que a restrição afetava o princípio da igualdade, garantido pela própria Constituição; no segundo, foi mudar o sentido da palavra “apologia”. O STF está tão poderoso que revoluciona também a semântica!
Se é de conhecimento geral da nação, que o congresso piora a cada eleição, é certo e cristalino, que estamos diante do pior STF da história brasileira. Nunca se viu, uma aglutinação tão forte de incompetência, despreparo e ausência completa e irrestrita de qualquer vestígio de conhecimento das leis que regem este país.
Desde que o ladrão-sem-dedo aboletou-se na presidência, o STF vem piorando sistematicamente, a ponto de nos brindar com a soltura do assassino Battisti, e agora com a autorização em se fazer apologia às drogas.
Vamos recordar o velho bordão dos anos 80: O ÚLTIMO QUE SAIR DO PAÍS, APAGUE A LUZ DO AEROPORTO.
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