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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Rambo - Programado Para Matar

Sylvester Stallone tem dois grandes filmes em sua carreira, o primeiro é “Rocky, um lutador” de 1976 e o segundo é “Rambo – programado para matar” de 1982. Não preciso dizer que sou fã dos dois filmes, e neste em especial, tanto por sua trilha bastante emotiva, quanto pela ação que virou um marco para filme do estilo. 

E antes que falem sobre First Blood, Rambo só matou um personagem em todo o filme, portanto ninguém pode dizer que o filme é uma carnificina desenfreada. É na verdade uma critica clara e muito pesada a sociedade Estadunidense, que se esqueceu da geração perdida na guerra do Vietnã.  

Filme baseado no livro de mesmo nome; First Blood de David Morell.


Titulo Original: First Bood. (1982)

Sinopse: John Rambo (Sylvester Stallone) é um veterano de guerra do Vietnã, preso injustamente pelo xerife Will Teasle (Brian Dennehy). Após muita tortura, ele consegue fugir e começa uma violenta vingança contra aqueles que o atormentaram.

Direção: Ted Kotcheff.
Roteiro: David Morrell, Michael Kozoll, Sylvester Stallone e William Sackheim.
93 minutos - Ação, Aventura e Drama.

Musica Original: Jerry Goldsmith.

1- "It's a Long Road". Musica Jerry Goldsmith. Letra Hal Shaper. (Letra e Tradução)



Devido a proibição do youtube toda a trilha sonora do filme Rambo não pode ser incorporada em outros site. A solução é clicar no neste (Link) e ouvir todas as composições do filme. 

Opinião:

Filme e Trilha

É um filmaço. Muita gente insiste em desmerecer o filme baseado na carreira de Sylvester Stallone, que não é um grande ator, mas é ator. Toda aquela situação de crescente terror, acaba empurrando a personagem Rambo a loucura da guerra que ele tentava fugir. E este é o drama do personagem, que volta para um país estranho onde ele apenas nasceu. É ação e drama que conquistou a todos na década de 80. A trilha sonora não deixa na mão, basicamente é o vaso que sustenta toda a historia. Basta ver a letra do tema principal para entender o quão pertinente é a composição. Além de ser uma bela melodia, em que seus principais acordes marcam todos os momentos. Eu adoro esse filme, como filme merece quatro estrelas, dentro de seu gênero merece a nota máxima.   

domingo, 12 de maio de 2013

Shaft

Com um punhado de “mothafucka”, meia dúzia de “nigga” e pitadas de “brotha”, é que eu apresento hoje a receita de um bom Shaft. Um policial “badass mothafucka” que representa todo o estereotipo do negro americano nos anos 70. É claro que o filme lançado nos anos 2000 é uma homenagem ao seriado de mesmo nome da década de 1970. Naquele período o cinema que explorava a temática negra extrapolava a realidade do negro na sociedade, o que torna Shaft um ícone do cinema conhecido como Blaxploitation. Recomendação mais do que interessante para a galera que como eu não era vivo nos anos 70.

Do tempo em que homens negros eram super heróis e mulheres negra eram adornos masculinos. 


Título Original: Shaft (2000).

Sinopse: John Shaft (Samuel L. Jackson) é um policial que precisa lutar contra o racismo e o tráfico de drogas em uma comunidade local. Quando um conhecido líder da comunidade negra é assassinado por um racista filho de um rico e poderoso empresário, Shaft começa a investigar o caso e busca de todas as maneiras conseguir provas que o incriminem e o condenem perante a Justiça.

Direção: John Singleton.
Roteiro: Ernest Tidyman, John Singleton, Richard Price, Shane Salerno.
Musica Original: David Arnold.


1- "Theme from Shaft" Escrito/ Produzido/Executado por Isaac Hayes.
Letra e tradução (Clique Aqui).


Na sequencia temos a lista de reprodução com algumas musicas do filme dos anos 2000. É clicar play e deixar rolar o som.


Opinião:
Filme e Trilha

Shaft(2000) é nitidamente um filme anacrônico. A trilha sonora tem o tema principal dos anos 70 e as demais musicas basicamente dos anos 2000. A historia do filme é um episodio do seriado de 1971, com alguns lances atualizados. Isso pode parece batido, mas por se tratar de uma homenagem a um período, a coisa se desenrola de maneira bastante natural. Samuel L. Jackson está como sempre no automático o que é bom. O ''batman" Cristian Bale, representando o Bruce Wayne sem o trauma da morte dos pais, ou seja, um riquinho filho da puta. E um entorno bastante explorado pelo cinema ao longo do tempo. O tema interpretado pelo Isaac Hayes é aquela musica que vocês já tinham ouvido, mas não sabiam onde. Recomendação interessante para quem se interessa pela temática racial, na media de pró e contras, o conjunto da obra ficou com três estrelas mesmo.

domingo, 28 de abril de 2013

Mulher Nota 1000

Para os tritões da minha geração este filme é um clássico da Sessão da Tarde. Para quem viveu a adolescência nos anos 80 "Mulher Nota 1000" é um CLÁSSICO do gênero. Um filme em que reúne dois nerds, vários bullys, várias gatinhas e uma baita gostosa em trajes sumários, não poderia haver receita maior de sucesso. Sem falar na ciência dos loucos que fabricam mulheres a partir de computadores da idade da pedra. E a Kelly LeBrock...  humm!!!!  

Esse filme é um êxtase para qualquer oitentista.   


Título Original: Weird Science.

Sinopse: Gary Wallace (Anthony Michael Hall) e Wyatt Donnelly (Ilan Mitchell-Smith) são dois adolescentes nada populares com o sexo oposto. Eles resolvem criar no computador de Wyatt a mulher que eles acreditam ser a ideal. Uma tempestade dá vida a ela, que é "batizada" como Lisa (Kelly LeBrock), que é sexy, bonita, determinada, desejada por todos, fiel aos seus criadores, mas com um modo de ser que deixa todos que cruzam o seu caminho desconcertados. Entretanto problemas começam a ocorrer quando o implicante Chet (Bill Paxton), o irmão mais velho de Wyatt, sente que algo está estranho.

Direção: John Hughes.
Roteiro: John Hughes.
94 min  -  Comédia, Fantasia, Ficção Científica , Romance.

Musica Original: Ira Newborn.

1- “Weird Science” Composta por Danny Elfman e Steve Bartek.
Letra e Tradução (Clique Aqui).


Na sequencia temos a lista de reprodução com a maioria das musicas do filme. É clicar play e deixar rolar o som.



Opinião

Filme e Trilha

É muito difícil para mim falar desse filme, já que a memoria afetiva atrapalha o comentário do "Mulher Nota 1000". Agora, posso dizer que o filme é muito bom. Uma comedia divertida onde a liberdade de ideias e conceitos deixa tudo pertinente. O grande John Hughes(Curtindo a Vida Adoidado, A Garota de Rosa-Shocking, Férias Frustradas e Clube dos Cinco), já falecido, criou um universo de pura fantasia adolescente. Sobre a trilha sonora, a banda Oingo Boingo criadora do tema, é bastante conhecida para a época. No tema destacado no post, a musica é basicamente um registro prafrentex da época. O líder da banda Danny Elfman, no futuro se provou um grande compositor de trilhas sonora, como em “Edward Mãos de Tesoura”.

Para terminar eu pergunto: O que uma comedia tem que ser? “Mulher Nota 1000” é.

Nota de Pesar: É uma pena que Kelly LeBrock tenha se casado com o gala podre do Steven Segal. Pena que ele não tenha permitido que Kelly continuasse trabalhando em filmes como "Mulher Nota 1000". Alguém já viu fotos atuais dela? Se não viram, continuem assim, sob pena de cegueira momentânea. Quem tiver coragem (Clique Aqui).

sábado, 13 de abril de 2013

007 - Contra o Satânico Dr. No

O Britânico Ian Fleming, quando resolveu escrever um livro baseado em suas experiências como espião, durante a 2ª Guerra Mundial, não imaginou a repercussão que sua obra teria nos anos seguintes. Virou referencia ao retratar de maneira mais “aventuresca”, as ações de espionagem do governo da Rainha da Inglaterra. Sem falar na criação de um ícone mundial conhecido como; Bond, James Bond.


Título Original: Dr. No. (1962)

Sinopse: James Bond (Sean Connery) é enviado ao Caribe para investigar o assassinato de um outro agente e acaba esbarrando no dr. No (Joseph Wiseman), um diabólico e inescrupuloso cientista chinês. Dr. No montou um esquema para desviar todos os mísseis lançados pelos Estados Unidos e pretende cobrar caro para recolocar as armas nas rotas previstas.

Direção: Terence Young.
Roteiro: Berkely Mather, Ian Fleming, Johanna Harwood, Richard Maibaum, Terence Young.
110 min  -  Ação, Aventura, Thriller.

Trilha Sonora: Monty Norman.

1- "James Bond Theme" Composta por Monty Norman.


Opinião:

Filme

Trilha

Não sei se os leitores concordam comigo, mas Dr. No é um filme muito interessante. Há pelo menos quatro ou cinco ícones criados neste filme que ecoam durante o tempo. Vamos a lista: 

1- O "hino" de abertura. Perdura até hoje. 
2- A abertura onde o agente executa seu perseguidor com um tiro. Perdura até hoje. 
3- Ursula Andress saindo da do mar de biquíni. A primeira Bondgirl. 
4- A maneira impecável como o agente 007 se veste durante a ação.
5- As engenhocas que o agente usa em suas ações.

De tão icônico, varias referencias a este filme podem aparecer em outras películas. A mocinha do filme saindo do mar é o mais recorrente ao meu ver. O filme hoje certamente está datado, até por que o orçamento dele não é grande, já que não se fazia grandes investimentos neste gênero de filme. Mas o impacto causado persiste, a final de contas o espião com licença para matar está em cartaz a 50 anos. São ao todo 23 filmes de uma série que  não parece ter data de encerramento. 

Sobre o tema selecionado só posso dizer que é marcante. Absolutamente inconfundível. O restante da trilha sonora é boa, mas serve mais para ambientar as ações do 007 na Jamaica, local da ação. 

Ps. Semana passada esqueci de postar. Se alguém ficou chateado eu só peço desculpa.     

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Psicose

Num lugar afastado, moram um jovem e sua mãe. Ambos são donos de seu próprio negocio, um hotel de beira de estrada. A mãe, idosa, já não comanda os negócios,  passou o comando do negocio da família a seu filho. Um jovem tímido e devotado aos cuidados de sua mãe.

É com uma historia de um roubo, fuga e um pacato hotelzinho de beira de estrada, que Alfred Hitchcock ditou regra para o gênero suspense e aterrorizou as pobres almas que foram aos cinemas em 1960. Não preciso dizer que Psicose é um clássico do cinema mundial, até quem não viu sabe, mas sinceramente, basta alguns acordes da trilha sonora para sentir toda a angustia que o filme causa.


Título Original: Psycho (1960).

Sinopse: Marion Crane (Janet Leigh) rouba a firma em que trabalha e foge para recomeçar sua vida. Uma tempestade a faz parar num hotel de beira de estrada, onde é recebida pelo estranho, porém afável, Norman Bates (Anthony Perkins), que cuida do lugar. Quando Marion desaparece, sua irmã e o amante decidem investigar. Um dos mais famosos filmes de Hitchcock, com a famosa sequência em que a mulher é esfaqueada enquanto toma banho.

Direção: Alfred Hitchcock.
Roteiro: Joseph Stefano, Robert Bloch.
109 min - Suspense, Terror, Thriller.

Musica Original: Bernard Herrmann.

O casamento entre filme e trilha sonora nesta película é perfeita. Este vídeo é uma compilação de todas as 39 composições feitas para cada frame do filme. Não se preocupem com o tempo, a maioria não passa de 1 minuto. É só apertar play que automaticamente uma musica sucede a outra.
  


Opinião:
Filme e Trilha

Este é um divisor de águas no cinema. Um dos motivos é o excelente roteiro baseado no livro de mesmo nome, o autor Robert Bloch. Outro motivo é a criação a partir dai de um subgênero do cinema, o Slasher movies, filmes que envolvem assassinos, psicopatas e afins. O terceiro e ultimo motivo é a trilha sonora f*da pra c*r*lho, que te prende na cadeira o filme todo. Nem precisa estar acontecendo nada, basta os acordes principais do filme começarem a soar, que a adrenalina sobe no ato. Não é atoa que Alfred Hitchcock é cultuado em todo mundo. Mas não podemos esquecer Bernard Herrmann, que compôs essa obra prima. Muita gente copia, mas poucos são bem sucedidos. Quem viu a refilmagem de 1998 sabe do que falo.  

sábado, 23 de março de 2013

Os sete samurais

Este é um CLÁSSICO do cinema mundial. Isso mesmo pessoal, com letras garrafais. Esta obra prima do diretor japonês Akira Kurosawa é referencia. Este poderia ser mais uma baboseira de quem gosta de cagar regra sobre cinema, mas a verdade é que Os sete samurais é referencia para muitos diretores e filmes que talvez você goste e nem saiba de onde o diretor bebeu. Vou citar apenas dois exemplos para não ser chato; Sete homens e um destino(1960) e Guerra nas estrelas(1977). Eu sempre relutei a assistir este filme por ser muito longo, no total 3:20hs com as antigas interrupções para a plateia se refrescar, mas sinceramente quase não senti o tempo passar. Antes de ser surpreendido eu tinha um certo preconceito com quem elogiava demais este filme, mas sinceramente, a critica positiva é exata. 

Vale como dica o seguinte. Compre, alugue ou baixe Os sete samurais, reserve uma data tranquila e desfrute uma obra prima. Se você puder pesquisar sobre o Japão Feudal será importante para entender o contexto, tanto o contexto da bandidagem quanto dos samurais na época.


Título Original: Shichinin no samurai.(1954)
Sinopse: Durante o Japão feudal do século XVI, um velho samurai chamado Kambei (Takashi Shimura) é contratado para defender uma aldeia indefesa que é constantemente saqueada por bandidos. Contando com a ajuda de outros seis samurais, Kambei treina os moradores para resistirem à um novo ataque, que deve acontecer muito em breve.

Direção: Akira Kurosawa.
Roteiro: Akira Kurosawa, Hideo Oguni, Shinobu Hashimoto.
203 min - Ação, Aventura, Drama, Guerra.

Musica original: Fumio Hayasaka.


Opinião: 
Filme

Trilha

A trilha sonora do filme é absolutamente japonesa. Bonita, mas aos ouvidos de um ocidental parece a mesma de outros filmes nipônicos. A indicação de hoje é mais pelo filmaço. Tecnicamente o filme é perfeito. Se formos comparar com o cinema hollywoodiano, Akira Kurosawa basicamente fez um filme em externas, enquanto nesse mesmo período o cinema americano só gravava em estúdio. Isso mostra a extrema técnica aplicada ao filme. A limpidez da imagem do filme é algo extraordinário, as imagens com tanto movimento é algo inovador para época. Este filme é impressionante principalmente para quem gosta da coisa bem feita.

sábado, 16 de março de 2013

Parque dos Dinossauros

É com um “Bem vindo ao Parque dos Dinossauros” que o filme começa, pelo menos para mim. Nesse mesmo momento sobe aquela musica composta pelo fantástico John Williams e nós descobrimos aquele vale verdejante repleto de dinossauros. Vi esse filme no cinema com 10 ou 11 anos e até hoje fico quase que transtornado quando vejo essa cena, perfeita.

Sobre o maestro John Williams, vocês o verão muito por aqui. O cara tem 82 anos e ainda compõe para dois ou três filmes por ano. Esse é muito bom. Eu até estive protelando colocar Parque dos Dinossauros aqui no ABC, por que seria injustiça começar com a trilha de um mestre. 



Título Original: Jurassic Park(1993).

Sinopse: Um parque construído por um milionário (Richard Attenborough) tem como habitantes dinossauros diversos, extintos a sessenta e cinco milhões de anos. Isto é possível por ter sido encontrado um inseto fossilizado, que tinha sugado sangue destes dinossauros, de onde pôde-se isolar o DNA, o código químico da vida, e, a partir deste ponto, recriá-los em laboratório. Mas, o que parecia ser um sonho se torna um pesadelo, quando a experiência sai do controle de seus criadores.

Direção: Steven Spielberg.
Roteiro: David Koepp, Dean Cundey, Michael Crichton.
127 min  -  Ação, Aventura, Ficção Científica.

Trilha Sonora: John Williams.

1- Welcome to Jurassic Park - John Williams


Toda a trilha do Parque dos Dinossauros está linkada neste endereço. (Clique Aqui.)

Opinião:

Filme e Trilha

Eu sou suspeito para falar por que esse foi o primeiro filme que vi no cinema, pelo menos que eu lembre, mas é impressionante como este filme sobreviveu ao tempo. Recentemente eu o revi e ainda hoje é um filme bom pra caramba. Tenho certeza que se este filme for exibido para uma criança que nunca o viu, certamente ela irá achar que este filme foi lançado recentemente. A historia continua muito pertinente e os efeitos especiais de 1993 são muito melhores que alguns filmes de hoje. O Steven Spielberg teve seu auge como diretor e criador aqui, onde ele soube criar um mundo novo, seja por animatronics ou efeitos digitais totalmente crível. É um filmaço, uma aventura irrepreensível, das que não se faz mais hoje. Não preciso recomendar este filme. 

sábado, 9 de março de 2013

Coração Louco

Olá pessoal, estou chegando mais uma vez indicando um baita filmaço, o Coração Louco. Esse não tem repreensão. Tá indicado o filme e a trilha sonora country. São cinco musicas originais destacadas nesse filme, isso porque não quis selecionar as outra musicas antigas que foram encaixadas na película. Mais uma indicação no sábado, dando tempo de baixar ou alugar o filme.  



Título Original: Crazy Heart(2009).

Sinopse: Bad Blake(Jeff Bridges) é um cantor de música country acabado por uma vida dura, que teve casamentos demais, anos demais na estrada e drinks demais. Ainda assim, Bad não pode evitar procurar sua salvação com a ajuda de Jean, uma jornalista que descobre o homem por trás do músico.

Direção: Scott Cooper.
Roteiro: Jeff Bridges, Scott Cooper.
111 min  -  Drama, Musical.

Musicas Originais: Stephen Bruton e T-Bone Burnett.

1- Hold On You – (2009)
Composição: Stephen Bruton, T-Bone Burnett (as T Bone Burnett), John Goodwin, and Bob Neuwirth.
Performance:  Jeff Bridges.

Letra e tradução (Clique Aqui)


2- The Weary Kind (Theme from Crazy Heart) – (2009)
Composição: Ryan Bingham and T-Bone Burnett (as T Bone Burnett).
Performance: Jeff Bridges.

Letra e tradução (Clique Aqui)


3- Gone Gone Gone - 
Composição: Ryan Bingham and T-Bone Burnett (as T Bone Burnett).
Performance: Colin Farrell.

Letra e tradução (Clique Aqui)


4- Fallin' and Flyin' - 
Composição: Stephen Bruton and Gary Nicholson.
Performance: Colin Farrell, Jeff Bridges.

Letra e tradução (Clique Aqui)


5- I Don't Know – (2009)
Composição: Stephen Bruton and T-Bone Burnett (as T Bone Burnett).
Performance: Jeff Bridges.




Opinião:
Filme e Trilha

Não foi para menos que Jeff Bridges venceu o Globo de Ouro e o Oscar de melhor ator por este filme. Sem medo de erra, este é o melhor filme da sua carreira, que conta com filmes como O grande Lebowsky, K-pax, Starman - O Homem das Estrelas e mais alguns. Na indicação de hoje vemos um veterano cantor country em uma luta contra si próprio, lutando para ressurgir em todos os aspectos de sua vida. A trilha sonora embala essa jornada de maneira muito presente, e até pertinente para o entendimento do filme. Um filmão e uma trilha cinco estrelas.  

sexta-feira, 1 de março de 2013

Mortal Kombat - O Filme

Agora eu vou falar de uma febre, de um fenômeno. Estou me referindo ao Mortal Kombat, O Filme de 1995, originado do celebre jogo de luta de mesmo nome em 1992. O jogo foi uma febre que atingiu a todos adolescentes e jovens adultos na década de noventa, até hoje se lançam novas versões. Quem nunca jogou Mortal Kombat não vai entender essa indicação “filmistica”.

O filme Mortal Kombat não deixou saudades em ninguém, mas o seu tema principal até hoje é executado nas boas casas noturnas do País.  O DJ Black Ace não vai me deixar mentir. O mais legal da musica selecionada, é que ela foi criada especialmente para o filme, não existia anteriormente para o jogo. Essa é muito boa.  



Título Original: Mortal Kombat.

Sinopse: Três guerreiros mortais são atraidos a uma ilha misteriosa onde enfrentarão inimigos terríveis, como o espectro Scorpion e o lin-kuei Sub-Zero em um combate decisivo. Sonya Blade é agente da força especial Americana, Johnny Cage é um vaidoso ator e Liu Kang é um legitimo monge Shaolin. Eles foram os escolhidos para defender o destino da Humanidade no milenar torneio, o Mortal Kombat. Com a proteção do poderoso Deus do trovão,Rayden, eles terão de superar seus medos e inseguranças para derrotar o campeão do torneio o gigante de quatro braços, Goro, e o maligno feiticeiro Shang Tsung e vencer o decimo Mortal Kombat.

Direção: Paul W.S. Anderson.
Roteiro: Ed Boon, Ha Nguyen, John R. Leonetti, John Tobias e Kevin Droney.
101 min  -  Ação, Aventura, Fantasia.

1- "Techno-Syndrome (7" mix)"
Letra: Oliver Adams.
Execução:  The Immortals.


Opinião:


Filme
Trilha

O filme pode passar batido para quem não tem a memoria afetiva de ter visto essa boa adaptação de um jogo eletrônico para a tela. A trilha sonora do filme é baseada em heavy metal e musica eletrônica, o que é bom, já que dita o ritmo frenético de um filme que apenas se resume a lutas desenfreadas. O problema é que não há variação, tornando a seleção de musicas pouco variada, sendo que por isso mesmo dá ainda mais importância a Techno-Syndrome (7" mix). 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Os 12 Macacos

Um grande filme de viagem no tempo, mas não é só isso. Uma distopia, uma analise sobre a eficiencia dos manicômios, sobre a biossegurança e principalmente como o status quo é frágil. Os 12 macacos é mais uma recomendação de trilha e filme que faço em mais um fim de semana. E olhe que bom, no sábado, ou seja, ainda dá tempo de baixar o alugar o filme.     


Título Original: Twelve Monkeys(1995).

Sinopse: No ano de 2035, James Cole (Bruce Willis) aceita a missão de voltar ao passado para tentar decifrar mistério envolvendo vírus mortal que levou à morte da maior parte da humanidade. Tomado como louco, no passado, ele tenta provar sua sanidade a uma médica (Madeleine Stowe), sua única esperança de mudar o futuro.

Direção: Terry Gilliam.
Roteiro: Chris Marker, David Webb Peoples, Janet Peoples, Julie Weiss, Roger Pratt.
129 min  -  Drama, Ficção Científica , Suspense.

Musica Original: Paul Buckmaster.
Tema Principal: Introduction - (Astor Piazola)



Opinião:
Filme

Trilha

Os 12 macacos é um grande filme, com uma trilha sonora regular, mas com uma musica tema mais do que interessante. Eu diria que das três estrelas que dei a trilha do filme, pelo menos duas foram pelo magnifico tango Introduction de Astor Piazola. Não sei se só eu acho isso, mas todo tango parece ser um dialogo, com perguntas e respostas. No filme isso parece encaixar por que esse dialogo vira um duelo entre a sanidade e a loucura, que acaba sendo o mote do filme todo. Gosto desse filme, Bruce Willis está formidável  além de um Brad Pitt surpreendente.   

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Conan, o Bárbaro

Crom, eu nunca rezei antes. Eu não tenho jeito. Ninguém, nem mesmo você, vai se lembrar se éramos bons ou maus. Por que lutamos ou porque morremos. Tudo que importa é que éramos dois contra muitos. Peço a você, Crom... Conceda-me um pedido. Conceda-me a vingança! E se você não escutar, então vá pro inferno!
 Conan, antes de enfrentar o exercito de Thulsa Doom.

É com essa singela oração que apresento a vocês, Conan, o Bárbaro. Filme baseado na obra do escritor Robert E. Howard, que em 1932 criou um mundo fantástico e novo onde ele apresentou as aventuras de um bárbaro chamado Conan. Um grande filme de aventura, coisa rara ultimamente, que acaba empolgando qualquer um com sua excelente trilha sonora. Vale a pena conferir. 


Título Original: Conan the Barbarian (1982).

Sinopse: Há milhares de anos Thulsa Doom (James Earl Jones), um demoníaco feiticeiro, comanda um ataque por motivos até hoje não revelados que poderia ser simplesmente pelo prazer de matar ou para descobrir o segredo do aço, que era guardado pelos moradores desta aldeia. Conan (Arnold Schwarzenegger), um cimério, vê seus pais serem mortos na sua frente e seu povo ser massacrado, sendo que ele, ainda criança, é levado para um campo de escravos. Os anos passam e ele desenvolve uma enorme força física, o que faz Conan se tornar gladiador. Ele ainda se mantém determinado a vingar a morte dos pais e quando é libertado tenta alcançar seu objetivo. Conan descobre que Thulsa Doom lidera o misterioso culto da serpente e, tentando se aproximar do feiticeiro, faz amizade com dois ladrões, Valeria (Sandahl Bergman) e Subotai (Gerry Lopez). Ao trio é prometida uma vultosa recompensa pelo rei Osric (Max von Sydow), que quer que o trio de guerreiros resgate sua filha, que se tornou uma seguidora de Thulsa Doom.

Direção: John Milius.
Roteiro: Duke Callaghan, John Bloomfield, John Milius, Oliver Stone, Robert E. Howard.
129 min  -  Ação, Aventura, Fantasia.

Música por: Basil Poledouris.
Execução: Coral e Orquestra Filarmonica de Andalucia, durante o Ubeda Film Music Festival em 2006.
Nota: O próprio Basil Poledouris comandou a apresentação sendo esta sua ultima aparição publica, já que logo em seguida ele veio a falecer.

Sequencia de execução:

1- Anvil of Crom - Riddle of Steel (Tema principal)
2- Riders of Doom
3- Gift of Fury
4- Atlantean Sword
5- Love Theme
6- Funeral Pyre
7- Battle of the Mounds
8- Orphans of Doom
9- The Awakening
10- Anvil of Crom - Encore






Opinião:
Filme 

Trilha sonora

Gosto muito deste filme, principalmente dublado. A dublagem de Garcia Junior(Conan, He-Man, Capitão Kirk, Simbá, etc...) é o que salva a atuação de um novato chamado Arnold Schwarzenneger, que apesar de ser o Mister Olímpia, não deveria ser escolhido para o papel. Nas historias de Robert E. Howard Conan foi ladrão, pirata, rei, mas nunca um halterofilista bombadão. De todo modo, este é um bom filme, mas embalado pela trilha de Basil Poledouris fica muito mais empolgante. Não sei se é impressão minha, mas a partir desta trilha, filmes medievais ou fantasiosos sempre acompanharam a batuta de Poledouris.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

De Volta Para o Futuro

Olá galera, como prometido estou de volta com mais um clássico do cinema mundial. Desta vez eu convido a galera para uma viagem sonora muito louca ao ano de 1985, passando por 1955 e de volta ao longínquo futuro de 1985. É isso mesmo, estou falando sobre o De Volta Para o Futuro, filmaço da década de 80 que eu recomendo neste final de semana. O primeiro da trilogia. Esse filme é um clássico tão impressionante, que realmente eu não pude ficar com somente uma musica, foram quatro as escolhidas. Tentei colocar a trilha de maneira cronológica com o filme, portanto, coloca o fone de ouvido no máximo para o filme passar todinho na sua cabeça.



Título Original: Back To The Future (1985)

Sinopse: Um jovem (Michael J. Fox) aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por um cientista (Christopher Lloyd) em um Delorean, retornando aos anos 50.

Lá conhece sua mãe (Lea Thompson), antes ainda do casamento com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais.

Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Bob Gale, Robert Zemeckis
116 min  -  Aventura, Família, Ficção Científica

1- Back to the future (Allan Silvestri) - Tema instrumental principal do filme.



2- Back in Time (Huey Lewis) (Letra e tradução clique aqui)



3- The Power Of Love (Huey Lewis) (Letra e tradução clique aqui)



4- Johnny B Goode (Chuck Berry) (Letra e Tradução clique aqui)


Opinião:

Filme 

Trilha sonora

Esse é o típico caso de um filme que melhora muito de qualidade devido a uma trilha sonora bem arranjada. A orquestra comandada por Alan Silvestri simplesmente destrói, ao tentar reproduzir a viagem no tempo através do som. Sem falar nas musicas inseridas no filme, todas com sua relevância, ou para datar um momento, como as musicas dos anos 80, quanto a Johnny B Goode, que está lá exatamente para mostrar a interferência do viajante no tempo. O filme é muito bom, é um clássico da década de 80. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gran Torino

Apesar de recentemente ter modificado o layout do Ao Bom Combate, reconheço que estou em divida com Black Ace por não publicar novos textos aqui. Pois então, tive uma ideia que me fará mais frequente por estas bandas. A partir deste final de semana, e em todos os finais de semana, irei indicar um filme através de sua trilha sonora. Vai ser assim, eu indico o filme, coloco a sinopse, as informações sobre a trilha sonora e o vídeo com a musica. Se a trilha tiver letra, eu postarei a letra traduzida para o português. Ao final eu faço um pequeno comentário sobre o filme e a musica. Espero que gostem.

Este é um convite para que se ouça boa musica, ou então para que se veja um bom filme.


Título Original: Gran Torino (2008)

Sinopse: Walt Kowalski (Clint Eastwood) é um inflexível veterano da Guerra da Coréia, que está agora aposentado. Para passar o tempo ele faz consertos em casa, bebe cerveja e vai mensalmente ao barbeiro (John Carroll Lynch). Sua vida é alterada quando passa a ter como vizinhos imigrantes hmong, vindos do Laos, os quais Walt despreza. Ressentido e desconfiando de todos, Walt apenas deseja passar o tempo que lhe resta de vida. Até que Thao (Bee Vang), seu tímido vizinho adolescente, é obrigado por uma gangue a roubar o carro de Walt, um Gran Torino retirado da linha de montagem pelo próprio. Walt consegue impedir o roubo, o que faz com que se torne uma espécie de herói local, especialmente para Sue (Ahney Her), mãe de Thao, que insiste que deve trabalhar para Walt como forma de recompensá-lo.

Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Dave Johannson, Nick Schenk.
117 min - Ação, Drama, Thriller

Música por: Clint Eastwood, Jamie Cullum, Kyle Eastwood and Michael Stevens
Letras por: Jamie Cullum.



Versão em inglês clique aqui.

[Clint Eastwood]
Tão terna sua história é
Nada mais do que o que você vê
Ou o que você fez ou se tornará
Estando forte você pertence
Em sua pele; apenas querendo saber

Gentilmente agora a brisa macia sopra
Sussurrando pelo meu Gran Torino
Assobiando outra gasta canção

Os humms do motor e os sonhos amargos crescem
Coração trancado em um Gran Torino
Batendo em um ritmo solitário a noite toda
Batendo em um ritmo solitário a noite toda
Batendo em um ritmo solitário a noite toda

[Jamie Cullum]
Realinhe todas as estrelas acima de minha cabeça
Os sinais de advertência viajam distantes
Eu bebo sozinho; Oh! Como eu soube
As cicatrizes da batalha e as desgastadas camas para fora

Gentilmente agora a brisa macia sopra
Sussurrando pelo Gran Torino
Assobiando outra gasta canção

Os humms do motor e os sonhos amargos crescem
Coração trancado em um Gran Torino
Batendo em um ritmo solitário a noite toda

Estas ruas são velhas e elas brilham
Com as coisas que eu soube
E as aberturas através das árvores
Elas faíscam

Seu mundo não é nada mais do que todas as pequenas coisas que você deixou pra trás

Tão terna sua história é
Nada mais do que o que você vê
Ou o que você fez ou se tornará
Estando forte você pertence
Em sua pele; apenas querendo saber

Gentilmente agora a brisa macia sopra
Sussurrando pelo Gran Torino
Assobiando outra gasta canção
Os humms do motor e os sonhos amargos crescem
Um coração trancado em um Gran Torino
Batendo em um ritmo solitário a noite toda

Eu posso ser corajoso e ficar
Eu preciso de alguém para acreditar
que arrepie minha pele
com seu brilho

Seu mundo não é nada mais do que todas as pequenas coisas que você deixou pra trás

Então realinhe todas as estrelas acima de minha cabeça
Sinais de advertência viajam distantes
Eu bebo sozinho; Oh! Como eu soube
as cicatrizes da batalha e as camas desgastadas

Gentilmente agora a brisa macia sopra
sussurrando pelo Gran Torino
assobiando outra gasta canção
Os humms do motor e os sonhos amargos crescem
Coração trancado em um Gran Torino
Batendo em um ritmo solitário a noite toda
Batendo em um ritmo solitário a noite toda
Batendo em um ritmo solitário a noite toda

Opinião:
Filme e Trilha


Filme muito tocante. Certamente me fez refletir sobre temas como princípios e sobre envelhecer. O Clint Eastwood mais uma vez fazendo a si próprio em um filme, mas não deixou a peteca cair. A trilha sonora que só se ouve no encerramento do filme, é a cereja no bolo. Essa é uma recomendação certeira para quem gosta de cinema.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Filmes insubstituíveis

Estava ontem a conversar com minha mulher sobre o novo Karatê Kid, que não assistimos, e nem o vamos. Porque??? Por que certos filmes não se podem fazer remakes, e Karatê Kid é um deles. Não há substituto para Pat Morita como o Sr. Miyagi, ou Ralph Machio como Daniel San. Da mesma forma penso serem impossíveis fazerem novas versões (com atores diferentes) para:

De volta para o futuro (Back to the future).
Os Goonies (The Goonies).
Garotos Perdidos (The Lost Boys).
O último ano do resto de nossas vidas.
Rambo (First Blood).
Rocky.
Dirty Dancing.
Ghost.
Mulher nota 1000 (Weird Science)
A aparição (Wraith).
Indiana Jones.
Maquina mortífera (Lethal Weapon).
Desejo de matar (Death Wish).
Dirty Harry.
ET.
Footloose.
Os filmes dos Trapalhões.
A garota de rosa-choque (Pretty in Pink).
Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller Day Off ). (um ícone)
Cobra.

E outros que vocês podem colocar nos comentários.

Estes filmes não podem, e não devem ser refilmados, pois eles estão eternizados em seus interpretes, que marcaram de forma muito forte, com suas interpretações, as obras citadas acima.

Penso que tudo tem seu tempo e sua vez, e que modificar isto pode colocar tudo a perder.

*********************
Editado por Diego Ivan dia 31 de agosto as 23:00hs
*********************

Pois é Black Ace, apesar de ser apenas uma criança na época,  posso citar alguns filmes que marcaram a minha visão de criança naquela época nos anos 80. Alguns deles vi muito tempo depois de lançados, mas valem a intenção. O melhor deles sem sombra de duvidas é o "Curtindo a vida adoidado". Vejam a minha lista. 


Alien o oitavo passageiro (Alien).
As grandes férias (The Great Outdoors).
O Clube dos Cinco (The Breakfast Club).
Espiões entram numa fria (Spies Like Us).
Meus vizinhos são um terror (The Bubs).
O ultimo americano virgem. (The Last American Virgin).
Quem vê cara não vê coração (Uncle Buck).
Quero ser grande (Big).
Temporada de Verão(Summer Rental).
Comando para matar (Comando).
Duro de matar. (Die Hard).
Exterminador do Futuro (The Terminator).
O Predador (Predator).
Robocop.

De todos os filmes citados por mim e por Black Ace são retratos do cinema moderno. Todos eles balizaram o que se apresenta hoje no cinema Norte-Americano. A década de 80 é muito rica no cinema.

PS. Ei Black Ace, desculpa aí ter editado o seu Post, mas este tema é palpitante.
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