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quinta-feira, 1 de maio de 2014
domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Os suicidas úteis
O que chamam hoje de idiotas úteis, eu acho mais apropriado chamar de suicidas úteis. Mas por quê?
Ora, basta ver quem defende com unhas e dentes o socialismo ou tem raiva do capitalismo, serão os primeiros a sofrerem as consequências se nos tornássemos de FATO comunistas, haja vista de direito já estarmos com um pé na cova.
- Jornalistas: Estes pobres coitados veriam a sua profissão ser reduzida a meros divulgadores da verdade oficial, pois qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Estudantes: Iriam apenas estudar o que interessasse ao governo, com mínimas chances de escolher a profissão que quer seguir. Protestos? hummmm... Acho que esqueceram do massacre da paz celestial. Uma coisa é certa: Qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Advogados: Resumiriam-se a tentar livrar o pré-condenado do fuzilamento. Os muito babões conseguiriam a boquinha de promotor ou juiz do partidão. Qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Professores: Os poucos que escapassem das execuções, veriam os salários achatados, e a exemplo dos jornalistas, seriam meros doutrinadores da ideologia comunista, qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Músicos, atores, poetas e "intelectuais": A maioria não serviria a causa, portanto seriam descartáveis como manda Lênin.
- Funcionários públicos: Salários bostas e qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
Das classes que citei acima, a mais idiota, é a dos professores, afinal eles, teoricamente, detêm mais conhecimento e sabem interpretar melhor o que leem, mas mesmo assim, continuam lutando pelo seu fim de forma alucinada.
Se acham que exagerei, pesquisem sobre a realidade destas profissões no mundo vermelho e constatem por sí mesmos.
Ora, basta ver quem defende com unhas e dentes o socialismo ou tem raiva do capitalismo, serão os primeiros a sofrerem as consequências se nos tornássemos de FATO comunistas, haja vista de direito já estarmos com um pé na cova.
- Jornalistas: Estes pobres coitados veriam a sua profissão ser reduzida a meros divulgadores da verdade oficial, pois qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Estudantes: Iriam apenas estudar o que interessasse ao governo, com mínimas chances de escolher a profissão que quer seguir. Protestos? hummmm... Acho que esqueceram do massacre da paz celestial. Uma coisa é certa: Qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Advogados: Resumiriam-se a tentar livrar o pré-condenado do fuzilamento. Os muito babões conseguiriam a boquinha de promotor ou juiz do partidão. Qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Professores: Os poucos que escapassem das execuções, veriam os salários achatados, e a exemplo dos jornalistas, seriam meros doutrinadores da ideologia comunista, qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
- Músicos, atores, poetas e "intelectuais": A maioria não serviria a causa, portanto seriam descartáveis como manda Lênin.
- Funcionários públicos: Salários bostas e qualquer deslize dá cadeia com cacete ou isto com o paredão.
Das classes que citei acima, a mais idiota, é a dos professores, afinal eles, teoricamente, detêm mais conhecimento e sabem interpretar melhor o que leem, mas mesmo assim, continuam lutando pelo seu fim de forma alucinada.
Se acham que exagerei, pesquisem sobre a realidade destas profissões no mundo vermelho e constatem por sí mesmos.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Excelente artigo publicado no Globo
O embuste ideológico.
O assassinato político tornou-se uma forma ‘corriqueira’ de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos.
Denis Lerrer Rosenfield.
O assassinato político tornou-se uma forma ‘corriqueira’ de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos.
Denis Lerrer Rosenfield.
O assassinato político de Jang Song-Thaek, tio e mentor político de
Kim Jong-un, Líder Máximo da Coreia do Norte, apesar de grotesco, não
deixa de ser algo, digamos, “normal”, dada a característica stalinista
deste regime político. Nada muito diferente do que a esquerda
totalitária fez na extinta União Soviética, nos hoje amplamente
conhecidos Processos de Moscou, que eliminaram a velha guarda
bolchevique.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
O assassinato político tornou-se uma forma “corriqueira” de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos. Processos jurídicos de fachada, tortura, acusações infundadas e mortes eram características próprias da esquerda no Poder. Não há sequer uma experiência histórica de compatibilização entre socialismo/comunismo e democracia. Lá onde o socialismo vingou, a democracia jamais germinou. Cuba e Coreia do Norte são rebentos deste período.
Se tomarmos a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, teremos uma oportunidade rara de comparação entre socialismo e capitalismo. O capitalismo sul-coreano produziu uma sociedade próspera, com alto grau de desenvolvimento industrial, científico e tecnológico. Empresas e universidades lá se retroalimentam. Sua educação tornou-se referência mundial. A democracia é o seu regime político.
A Coreia do Norte, por sua vez, é um regime tirânico, liberticida, que reduz a sua população a uma vida miserável. A fome grassa e os servos deste país sucumbem à falta de alimentos. Nada funciona, a não ser o Exército dotado de armamento nuclear, usado como ameaça constante à Coreia do Sul. Os seus processos políticos são uma caricatura, tendo sido neste país instaurada uma monarquia comunista, com direito de hereditariedade!
O século XX também apresentou outra experiência altamente significativa. Só os tolos hesitam em extrair dela o seu ensinamento. Havia duas Alemanhas, a Ocidental, capitalista, e a Oriental, socialista.
A primeira se caracterizava pela pujança, pelo respeito às liberdades, por uma vida sindical forte, por um crescimento econômico notável e por condições sociais invejáveis. Sua indústria tornou-se um exemplo mundial. Veio a ser uma das maiores economias do Planeta.
A segunda tinha como característica central a dominação violenta de sua população, com uso do partido e de sua polícia política. As suas condições sociais eram precárias e a liberdade era sistematicamente pisoteada. Tais eram seus problemas que o socialismo sucumbiu às suas próprias contradições. Nem os prussianos resistiram ao socialismo. A queda do Muro de Berlim foi um símbolo da derrocada socialista/comunista. A ideia socialista esborrachou-se no chão.
A esquerda tupiniquim, porém, teima em nada aprender. Parafraseando Talleyrand, discorrendo sobre a aristocracia emigrada, que se obstinava em não reconhecer os eventos revolucionários: “Eles nada aprenderam e nada esqueceram.”
Para essa esquerda, o socialismo continua plenamente vigente, sendo superior ao capitalismo, compreendido como fonte de todos os males. Trata-se de uma visão religiosa: o capitalismo é o pecado, o mal sobre a Terra, a origem do egoísmo e do lucro, enquanto o socialismo seria a redenção da humanidade, a solidariedade enfim conquistada entre os homens.
O embuste consiste no seguinte. O capitalismo não é comparado ao socialismo. Se isto fosse feito, a comparação, por exemplo, deveria ser entre a Alemanha capitalista e a socialista, ou ainda, entre a Coreia capitalista e a socialista. Os termos da comparação teriam parâmetros que serviriam de critério para qualquer avaliação.
A “comparação” é de outro tipo. Compara-se o capitalismo real, existente, com a ideia do socialismo, forjada por aqueles que lhe atribuem todas as perfeições. Ou seja, atribui-se ao socialismo todas as perfeições e, de posse destes atributos, passa-se a verificar se eles “existem” no capitalismo.
Isto é equivalente a comparar uma sociedade perfeita a uma imperfeita, ou ainda, a comparar o homem a Deus. É claro que o homem, com suas imperfeições, sairá sempre perdendo quando comparado a Deus. O mesmo destino teria a comparação entre uma sociedade perfeita (ideal) e uma imperfeita (real).
Mais curiosa ainda é a afirmação de alguns segundo os quais haveria plena compatibilidade entre socialismo e democracia, quando isto não se verificou historicamente em nenhum lugar. O socialismo no Poder se caracterizou pela tirania totalitária. O “pensamento” esquerdista, se é que se pode utilizar essa palavra, é totalmente capturado pelo dogma, esse repouso dos que se recusam a pensar. É o mundo das ideias descontroladas, que não podem ser verificadas empiricamente. Ora, só onde o capitalismo prosperou é que a democracia representativa foi consolidada e os cidadãos puderam usufruir da liberdade.
Há uma mentalidade religiosa, teológico-política, que guia a esquerda tupiniquim. Vive de “preconceitos” contra a economia de mercado e o direito de propriedade, postulando, como se fosse uma coisa teoricamente séria, a “utopia” ou o “socialismo” enquanto ideias “superiores” ao capitalismo. Na ausência de conceitos, contenta-se com diatribes contra o “neoliberalismo” e outras patranhas do mesmo tipo, como se fazer política residisse somente em enganar o próximo, em abusar da inteligência alheia.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
O assassinato político tornou-se uma forma “corriqueira” de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos. Processos jurídicos de fachada, tortura, acusações infundadas e mortes eram características próprias da esquerda no Poder. Não há sequer uma experiência histórica de compatibilização entre socialismo/comunismo e democracia. Lá onde o socialismo vingou, a democracia jamais germinou. Cuba e Coreia do Norte são rebentos deste período.
Se tomarmos a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, teremos uma oportunidade rara de comparação entre socialismo e capitalismo. O capitalismo sul-coreano produziu uma sociedade próspera, com alto grau de desenvolvimento industrial, científico e tecnológico. Empresas e universidades lá se retroalimentam. Sua educação tornou-se referência mundial. A democracia é o seu regime político.
A Coreia do Norte, por sua vez, é um regime tirânico, liberticida, que reduz a sua população a uma vida miserável. A fome grassa e os servos deste país sucumbem à falta de alimentos. Nada funciona, a não ser o Exército dotado de armamento nuclear, usado como ameaça constante à Coreia do Sul. Os seus processos políticos são uma caricatura, tendo sido neste país instaurada uma monarquia comunista, com direito de hereditariedade!
O século XX também apresentou outra experiência altamente significativa. Só os tolos hesitam em extrair dela o seu ensinamento. Havia duas Alemanhas, a Ocidental, capitalista, e a Oriental, socialista.
A primeira se caracterizava pela pujança, pelo respeito às liberdades, por uma vida sindical forte, por um crescimento econômico notável e por condições sociais invejáveis. Sua indústria tornou-se um exemplo mundial. Veio a ser uma das maiores economias do Planeta.
A segunda tinha como característica central a dominação violenta de sua população, com uso do partido e de sua polícia política. As suas condições sociais eram precárias e a liberdade era sistematicamente pisoteada. Tais eram seus problemas que o socialismo sucumbiu às suas próprias contradições. Nem os prussianos resistiram ao socialismo. A queda do Muro de Berlim foi um símbolo da derrocada socialista/comunista. A ideia socialista esborrachou-se no chão.
A esquerda tupiniquim, porém, teima em nada aprender. Parafraseando Talleyrand, discorrendo sobre a aristocracia emigrada, que se obstinava em não reconhecer os eventos revolucionários: “Eles nada aprenderam e nada esqueceram.”
Para essa esquerda, o socialismo continua plenamente vigente, sendo superior ao capitalismo, compreendido como fonte de todos os males. Trata-se de uma visão religiosa: o capitalismo é o pecado, o mal sobre a Terra, a origem do egoísmo e do lucro, enquanto o socialismo seria a redenção da humanidade, a solidariedade enfim conquistada entre os homens.
O embuste consiste no seguinte. O capitalismo não é comparado ao socialismo. Se isto fosse feito, a comparação, por exemplo, deveria ser entre a Alemanha capitalista e a socialista, ou ainda, entre a Coreia capitalista e a socialista. Os termos da comparação teriam parâmetros que serviriam de critério para qualquer avaliação.
A “comparação” é de outro tipo. Compara-se o capitalismo real, existente, com a ideia do socialismo, forjada por aqueles que lhe atribuem todas as perfeições. Ou seja, atribui-se ao socialismo todas as perfeições e, de posse destes atributos, passa-se a verificar se eles “existem” no capitalismo.
Isto é equivalente a comparar uma sociedade perfeita a uma imperfeita, ou ainda, a comparar o homem a Deus. É claro que o homem, com suas imperfeições, sairá sempre perdendo quando comparado a Deus. O mesmo destino teria a comparação entre uma sociedade perfeita (ideal) e uma imperfeita (real).
Mais curiosa ainda é a afirmação de alguns segundo os quais haveria plena compatibilidade entre socialismo e democracia, quando isto não se verificou historicamente em nenhum lugar. O socialismo no Poder se caracterizou pela tirania totalitária. O “pensamento” esquerdista, se é que se pode utilizar essa palavra, é totalmente capturado pelo dogma, esse repouso dos que se recusam a pensar. É o mundo das ideias descontroladas, que não podem ser verificadas empiricamente. Ora, só onde o capitalismo prosperou é que a democracia representativa foi consolidada e os cidadãos puderam usufruir da liberdade.
Há uma mentalidade religiosa, teológico-política, que guia a esquerda tupiniquim. Vive de “preconceitos” contra a economia de mercado e o direito de propriedade, postulando, como se fosse uma coisa teoricamente séria, a “utopia” ou o “socialismo” enquanto ideias “superiores” ao capitalismo. Na ausência de conceitos, contenta-se com diatribes contra o “neoliberalismo” e outras patranhas do mesmo tipo, como se fazer política residisse somente em enganar o próximo, em abusar da inteligência alheia.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Para pensar
A esquerda sempre se destacou pela dialética, invertendo a prática ao tomar o poder absoluto.
Observem que os grupos chamados de "representação da minoria" são inflamados com um discurso igualitário e diversificador, contudo na prática não é o que acontece, vejam que os homossexuais são perseguidos em países da esquerda, os negros não tem representatividade, ficam na mesma condição dos demais, da mesma forma os índios (Evo já é chamado de traidor da causa indígena), de forma que é possível, através dos fatos, atestar o quanto de mentira é formado o pensamento e modus operandi da velha e nova esquerda.
Para deixar de forma bem clara, os seguidores de Lenin usam das técnicas e artifícios do seu mestre, para arrebatar corações e mentes, principalmente dos jovens, que se deixam levar por um sonho de igualdade que existiu apenas na mente de Marx, mas é usado incessantemente para realizar o sonho de poder totalitário e fascista dos comunistas.
Uma vez no poder, rasgam-se as promessas e idéias igualitárias, e coloca-se na prática todo o aparelho repressor estatal, bem como a corrupção desenfreada dos altos cargos do partido, pois todos os demais já foram extintos e seus partidários ou simpatizantes, presos ou mortos.
Isto não é invenção minha ou de "algum maluco da direita", isto é a história, isto são os fatos históricos que corroboram e desmitificam todo e qualquer discurso proferido por um simpatizante socialista.
A mentira e desfaçatez são métodos intrínsecos de governos comunistas, o objetivo de tudo é o poder, para o poder, pelo poder.
Não existe uma única bondade ou vontade de ajudar os desamparados, apenas o desejo de mantê-los em um estado bovinar, aonde os indivíduos ficam apenas a mastigar o pasto e dando-se por satisfeitos com a ajuda do Grande Pai, que é o ESTADO, personificado por uma figura de apelo popular e/ou carismático.
A economia... Ahhhh, se vire pra lá, afinal o livre mercado e a livre iniciativa são oposições frontais ao desejo de poder totalitário, pois torna os indivíduos emancipados do ESTADO, e isto não é bom para os negócios, nem para o partido.
E as desigualdades são diminuídas no socialismo?? Claro, pois todos ficam pobres e viramos uma nação de funcionários públicos, onde é mais fácil perseguir e intimidar.
Lenin quando disse que a religião é o ópio do povo, não disse isto como uma crítica direta ao cristianismo, mas o fez por saber que religião é contra e trabalha contra o projeto de poder comunista, pois, como já disse anteriormente, gostem ou não, foi a moral cristã que pavimentou o caminho do ocidente em seus avanços sócio-econômicos, de forma que torna-se uma antítese ao sonho totalitário vermelho.
Na prática, ser de direita, é ser adepto do progresso, da moral, da família como instituição e amante de um estado que se preocupe em organizar as coisas e prover os seus cidadãos de necessidades básicas e essenciais, pois do resto a iniciativa privada provêm de uma forma muito melhor e igualitária.
Quer enricar?? Trabalhe e vote melhor.
Está chateado ou despeitado com fulano por ter um padrão de vida melhor?? Trabalhe mais e vote melhor.
Largue estas ideologias ultrapassadas e mentirosas, espelhe-se em quem venceu lutando o bom combate, e trabalhe mais ainda.
Agora se você é acomodado, preguiçoso e inescrupuloso (sim, pois defender que A divida o seu ganho suado, com B, que fica na sombra e agua fresca, é inescrupulosidade), então ponha a camisa de Che ou Lula, e vá xingar e bater em quem só quer o melhorar a situação ou combater o totalitarismo travstido de igualdade social.
Me perdoem a falta de modéstia neste momento, mas espero que com este "desabafo" amparado na história, sirva de luz e alento a mentes fechadas e talhadas por anos de doutrinação comunista na escola e universidades.
Observem que os grupos chamados de "representação da minoria" são inflamados com um discurso igualitário e diversificador, contudo na prática não é o que acontece, vejam que os homossexuais são perseguidos em países da esquerda, os negros não tem representatividade, ficam na mesma condição dos demais, da mesma forma os índios (Evo já é chamado de traidor da causa indígena), de forma que é possível, através dos fatos, atestar o quanto de mentira é formado o pensamento e modus operandi da velha e nova esquerda.
Para deixar de forma bem clara, os seguidores de Lenin usam das técnicas e artifícios do seu mestre, para arrebatar corações e mentes, principalmente dos jovens, que se deixam levar por um sonho de igualdade que existiu apenas na mente de Marx, mas é usado incessantemente para realizar o sonho de poder totalitário e fascista dos comunistas.
Uma vez no poder, rasgam-se as promessas e idéias igualitárias, e coloca-se na prática todo o aparelho repressor estatal, bem como a corrupção desenfreada dos altos cargos do partido, pois todos os demais já foram extintos e seus partidários ou simpatizantes, presos ou mortos.
Isto não é invenção minha ou de "algum maluco da direita", isto é a história, isto são os fatos históricos que corroboram e desmitificam todo e qualquer discurso proferido por um simpatizante socialista.
A mentira e desfaçatez são métodos intrínsecos de governos comunistas, o objetivo de tudo é o poder, para o poder, pelo poder.
Não existe uma única bondade ou vontade de ajudar os desamparados, apenas o desejo de mantê-los em um estado bovinar, aonde os indivíduos ficam apenas a mastigar o pasto e dando-se por satisfeitos com a ajuda do Grande Pai, que é o ESTADO, personificado por uma figura de apelo popular e/ou carismático.
A economia... Ahhhh, se vire pra lá, afinal o livre mercado e a livre iniciativa são oposições frontais ao desejo de poder totalitário, pois torna os indivíduos emancipados do ESTADO, e isto não é bom para os negócios, nem para o partido.
E as desigualdades são diminuídas no socialismo?? Claro, pois todos ficam pobres e viramos uma nação de funcionários públicos, onde é mais fácil perseguir e intimidar.
Lenin quando disse que a religião é o ópio do povo, não disse isto como uma crítica direta ao cristianismo, mas o fez por saber que religião é contra e trabalha contra o projeto de poder comunista, pois, como já disse anteriormente, gostem ou não, foi a moral cristã que pavimentou o caminho do ocidente em seus avanços sócio-econômicos, de forma que torna-se uma antítese ao sonho totalitário vermelho.
Na prática, ser de direita, é ser adepto do progresso, da moral, da família como instituição e amante de um estado que se preocupe em organizar as coisas e prover os seus cidadãos de necessidades básicas e essenciais, pois do resto a iniciativa privada provêm de uma forma muito melhor e igualitária.
Quer enricar?? Trabalhe e vote melhor.
Está chateado ou despeitado com fulano por ter um padrão de vida melhor?? Trabalhe mais e vote melhor.
Largue estas ideologias ultrapassadas e mentirosas, espelhe-se em quem venceu lutando o bom combate, e trabalhe mais ainda.
Agora se você é acomodado, preguiçoso e inescrupuloso (sim, pois defender que A divida o seu ganho suado, com B, que fica na sombra e agua fresca, é inescrupulosidade), então ponha a camisa de Che ou Lula, e vá xingar e bater em quem só quer o melhorar a situação ou combater o totalitarismo travstido de igualdade social.
Me perdoem a falta de modéstia neste momento, mas espero que com este "desabafo" amparado na história, sirva de luz e alento a mentes fechadas e talhadas por anos de doutrinação comunista na escola e universidades.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A história do comunismo na ex-URSS
Vejam a incrível narrativa do documentário que revela a sordidez do regime comunista na extinta União Soviética, uma produção que levou dez anos de pesquisa e buscas por registros históricos.
O diretor nascido na Letônia, Edvins Snore, entrevistou historiadores europeus e russos, como Norman Davies e Boris Sokolov, e conversou com personalidades que conheceram de perto as ditaduras comunistas em toda a parte Leste da Europa, como o escritor Viktor Suvorov e o dissidente Vladimir Bukovscki.
Nos sangrentos governos comunistas da velha Rússia, iniciados por Lênin - um dos ídolos de dez entre onze militantes do PT - e na violenta ditadura de Stálin (patrono ideológico e emocional dos comunistas do PCdoB), houve uma onda de terror e assassinatos realizados com requintes de crueldade.
Vejam no documentário "The History Soviet" a verdadeira face mentirosa e criminosa do comunismo, um sistema de governo que se assemelha em violência e corrupção ao nazismo e ao fascismo. Na obra de Snore, revelações sobre as cooperações mútuas entre os três regimes.
Eles se completam no extremismo, na farsa, na delinquência e na convicção de que matar é o de menos para impor seus interesses políticos, morais e financeiros.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A conta macabra do comunismo/socialismo
Cuidado com os que defendem esta "ideologia"
Communist Body Count: 149,469,610
| Rank | Country | |
|---|---|---|
1 | People's Republic of China Body Count: 73,237,000 1949-Present (57+ years and counting) R.J. Rummel originally estimated China's body count between between the years of 1949-1987 to be 35,236,000 (Rummel 1994). This excluded 38,000,000 million that died of famine during the Great Leap Forward. After the release of Mao: The Unknown Story, Rummel became convinced that the Chinese government was directly responsible for the famine, thus increasing his original estimate by 38,000,000 (Rummel 2005). 1,000 was added for Tienanmen Square in 1989 (Courtois 1999). | |
2 | Union of Soviet Socialist Republics Body Count: 58,627,000 1922-1991 (69 years) The body count only covers the years 1923-1987 (Rummel 1996). | |
3 | Russian Soviet Federated Socialist Republic Body Count: 3,284,000 1918-1922 (4 years) This body count does not include the 6,210,000 killed in the civil war (Rummel 1996). | |
4 | Democratic People's Republic of Korea Body Count: 3,163,000 1948-Present (58+ years and counting) 1,663,000 is attributed between 1948-1987 excluding the Korean War (Rummel 1994). 2,500,000 is the mid-estimate for those who starved to death between 1995-1998 (U.S. Committee for Human Rights in North Korea 2006). | |
5 | Cambodia Body Count: 2,627,000 1975-1987 (12 years) The body count estimate is complete (Rummel 1994). The offical country name was Democratic Kampuchea during Pol Pot's reign and then known as People's Republic of Kampuchea afterwards. | |
6 | Democratic Republic of Afghanistan Body Count: 1,750,000 1978-1992 (14 years) The body count estimate is complete (Courtois 1999). | |
7 | Vietnam Body Count: 1,670,000 1975-Present (30+ years and counting) The body count covers the years 1945-1987 for Vietnam/North Vietnam and excludes 1,062,000 from the Vietnam War (Rummel 1994). | |
8 | People's Democratic Republic of Ethiopia Body Count: 1,343,610 1974-1991 (17 years) The body count includes 10,000 political assasinations during 1977-1978, 1,000 children killed in 1977, 110 massacred in an Orthodox church in 1975, 80,000 during the civil war between 1978-1980, 250,000 that died in 1982 through Transit Camps, and 2,500 killed in a bombing raid (Courtois 1999). Another 1,000,000 is added for the famine during 1984-1985 (BBC News 2000). | |
9 | Socialist Federal Republic of Yugoslavia Body Count: 1,072,000 1945-1992 (47 years) The body count only covers the years 1945-1992 excluding 100,000 from the Tito Partisans between 1941-1944 (Rummel 1994). | |
10 | Chinese Soviet Republic Body Count: 700,000 1931-1934 (3 years) The body count only includes the Jiangxi and Fujian provinces (Chang 2005). Although Mozambique has 700,000 to its name, the Chinese Soviet Republic produced more bodies in a shorter time period and the estimate is low. | |
11 | People's Republic of Mozambique Body Count: 700,000 1975-1990 (15 years) 100,000 civilians murdered between 1986 and mid-1988 (Young 1991) and 600,000 starved to death between 1975-1985 (Courtois 1999). | |
12 | Socialist Republic of Romania Body Count: 435,000 1947-1989 (42 years) The body count only covers the years 1947-1987 (Rummel 1997). | |
13 | People's Republic of Bulgaria Body Count: 222,000 1946-1990 (44 years) The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). | |
14 | People's Republic of Angola Body Count: 125,000 1975-1992 (17 years) The body count only covers the years 1975-1987 (Rummel 1997). | |
15 | Mongolian People's Republic Body Count: 100,000 1924-1992 (68 years) The body count only covers the years 1924-1987 (Rummel 1997). | |
16 | People's Socialist Republic of Albania Body Count: 100,000 1946-1991 (45 years) The body count only covers the years 1944-1987 (Rummel 1997). | |
17 | Republic of Cuba Body Count: 73,000 1961-Present (45+ years and counting) The body count only covers the years 1959-1987 (Rummel 1997). | |
18 | German Democratic Republic Body Count: 70,000 1949-1990 (41 years) The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). | |
19 | Socialist Republic of Czechoslovakia Body Count: 65,000 1948-1990 (42 years) The body count only covers the years 1948-1968 (Rummel 1997). | |
20 | Lao People's Democratic Republic Body Count: 56,000 1975-Present (31+ years and counting) The body count only covers the years 1975-1987 excluding 47,000 war dead (Rummel 1997). | |
21 | Hungarian People's Republic Body Count: 27,000 1949-1989 (40 years) The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). | |
22 | People's Republic of Poland Body Count: 22,000 1948-1989 (41 years) The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). Excludes 1,585,000 from ethnic cleansing between 1945-1950 (Rummel 1994). | |
23 | People's Democratic Republic of Yemen Body Count: 1,000 1969-1990 (21 years) The body count only covers the years 1969-1987 (Rummel 1997). |
References
BBC News (2000, April 6). Flashback 1984: portrait of a famine. Retrieved May 7, 2006, from http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/703958.stmChang, Jung, & Halliday, Jon (2005). Mao: the unknown story
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