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terça-feira, 7 de outubro de 2014

O perfil psicológico do esquerdista



O perfil psicológico do esquerdista 

Por EDSON F. NASCIMENTO - PSIQUIATRA E PSICOTERAPEUTA


ESQUERDOPATAS: DEPOIS DE 55 ANOS DE VIDA COMO PSIQUIATRA, PAREI PRA REFLETIR SOBRE
O PERFIL PSICOLÓGICO DA IMENSA MAIORIA DOS ESQUERDOPATAS.
O PERFIL PSICOLÓGICO DE ESQUERDISTAS :
Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano.
Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra "ser alguém na vida".
Como são preguiçosos, SEM DISCIPLINA e folgados, precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem e
se fazerem passar por coisas que NÃO SÃO: pensam ser!
FINGIR QUE É CULTO, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.
Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.
Então, começam sua carreira de charlatanismo.
Alguns pouquíssimos estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia; mas, como não são chegados a estudar,
terminam por trancar a matrícula ou mudam de Curso.
E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses Cursos acima e assemelhados.
Ali, na universidade, encontram todas as FERRAMENTAS: professores barbudinhos, livros de esquerda,
palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.
É claro que não estudam nada!
Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e CABELOS ENSEBADOS.
Alguns começam a se INFILTRAR NOS SINDICATOS E NAS REUNIÕES DOS SEM-TERRA.
Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas;
e também das causas revolucionárias.
Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes.
Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse TIPO DE GENTE.
Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina ou administração como
pobres coitadosque não tiveram a chance da "ILUMINAÇÃO".
COMO NÃO TRABALHAM e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana.
Aí começa a brotar a INVEJA, o ÓDIO de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular.
Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!
Começam uma fase ainda mais ALOPRADA da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas.
Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba e, muitos deles,
apoiam o Irã e NÃO ACREDITAM NO HOLOCAUSTO JUDEU!
Fingem esquecer do episódio do Muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União soviética.
Não usam mais desodorante; a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um MacDonald's totalmente destruído.
Mas, é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa.
COMO SÃO INCOMPETENTES pra quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, POR SEREM ARROGANTES o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.
QUEREM, no fundo, a coisa que todo esquerdista (ESQUERDOPATA!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada:
 UM EMPREGO PÚBLICO!
Mas, aí surge um outro problema:é a coisa mais difícil passar em um concurso!
É PRECISO ESTUDAR (argh!).
Por isso, SONHAM com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma TRIBO!
Consequentemente, ocuparão, POR INDICAÇÃO, UM CARGO COMISSIONADO EM ALGUMA REPARTIÇÃO QUALQUER ,
onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos
na luta pela derrubada do SISTEMA CAPITALITA imundo.
NESSA FASE, mudam e se contradizem:
cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes.
E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão! 
E, SEM DÓ, ENFIARÃO A MÃO – E COM MUITO TESÃO – no dinheiro dos cofres da NAÇÃO!!!
Claro, que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, POSTURA SEM NOÇÃO!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Patrulhismo ideológico


Os militantes esquerdopatas não descansam nas redes sociais, onde diariamente tentam impor teses, construir mitos e estabelecer parâmetros morais e ideológicos que satisfaçam o projeto de poder do PT e seus cúmplices.
Também acabam elegendo referências e heróis cuja importância histórica tem o tempo útil de um sorvete ao sol.
Encabeçando a lista estão os meliantes do mensalão, devidamente tratados como homens de bem e dignos da compaixão pseudo revolucionária.
Para quem já idolatrou personalidades como Luis Carlos Prestes, Miguel Arraes, Leonel Brizola, Henfil e Oscar Niemeyer, é por demais ridículo erguer ao pedestal do heroísmo socialista personagens inglórios como Zé de Abreu, Jean Wyllys, Amaury Jr. e Luíza Trajano.
E há também os mártires de ocasião, legítimos representantes das velhas gerações de Marighella, Lamarca e Osvaldão, três terroristas mortos no confronto com agentes do governo militar. Houve Amarildo, versão favela de Snowden; e agora tem o pivete de Realengo, quase uma consubstanciação da famosa música “Guri”, do camarada Chico Buarque.
A choldra vermelha também elege os inimigos públicos da revolução delirante. E há muitos: Lobão, Miriam Leitão, Danilo Gentile, Diogo Mainardi, Regina Duarte, Romeu Tuma Jr., Marcelo Tas, Augusto Nunes, Reinaldo Azevedo, entre outros tantos.
Na mira da metralhadora giratória dos patrulheiros ideológicos imbecilizados, acaba de ser enquadrada a jornalista paraibana Rachel Sheherazade, apresentadora e âncora do SBT, em São Paulo. Os comentários da moça, quase sempre contrário aos conceitos totalitários e promíscuos da esquerda jeca, provocam bullying nos militontos.
Bastou Rachel defender um grupo de jovens de classe média que anda na cena urbana carioca dando sopapo em ladrão para que o “coletivo revolucionário” explodisse no Twitter sua ira santa contra a jornalista. E ela apenas defendeu o que 90% do povo brasileiro defendem: porrada em bandido.
Desafio qualquer instituto de pesquisa ou instituição pública ou privada para aferir a opinião do cidadão brasileiro sobre a “Pena de Morte”. E aposto o pouco que tenho em patrimônio que a maioria esmagadora votaria a favor do justiçamento imediato da bandidagem que transformou o Brasil atual numa “Faixa de Gaza” da violência urbana.
A opinião de Rachel Sheherazade, direito natural e constitucional dela, foi de imediato criticada pelos filhos de puta da esquerdopatia imunda, ao ponto de exigirem a censura no SBT e o silêncio imposto juridicamente. Nem os generais de antanho chegaram a tanto nas televisões do país.
E a grande questão, em verdade, não está no fato da repórter defender os garotos que amarraram o delinquente. Isto é só uma chicana moral e histérica para chegar ao que interessa: impedir Rachel de proferir suas falas contra conceitos de interesse partidário e ideológico da esquerda latina que busca unir o continente numa grande aldeia lulobolivariana.
Querem o pensamento único no Brasil, comandado por ex-terroristas derrotados em 1964 e hoje sedentos de revanchismo. Querem amordaçar o pensamento, emoldurar num quadro de atraso a liberdade de culto e a livre iniciativa. Não sossegarão até que destruam todas as instituições republicanas e democráticas.
A jornalista do SBT, como eu e você, tem o direito de pensar e expressar esse pensamento como quiser. Defender surra em ladrão e a morte de assassinos é muito mais louvável do que tripudiar com o cadáver de uma senhora, como muitos safados fizeram no falecimento da socióloga Ruth Cardoso, cujo crime – para essa gente – era ser esposa do presidente Fernando Henrique Cardoso.
Vão se catar, seus nojentos, inclusive os parasitas sindicais do jornalismo carioca que quer censurar uma colega de profissão. Nada pode ser mais nocivo e imundo do que um sindicalista prestando serviço para uma causa partidária que imagina a nação como uma cópia ampliada de Cuba.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Excelente artigo publicado no Globo

O embuste ideológico.

O assassinato político tornou-se uma forma ‘corriqueira’ de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos.

Denis Lerrer Rosenfield.

O assassinato político de Jang Song-Thaek, tio e mentor político de Kim Jong-un, Líder Máximo da Coreia do Norte, apesar de grotesco, não deixa de ser algo, digamos, “normal”, dada a característica stalinista deste regime político. Nada muito diferente do que a esquerda totalitária fez na extinta União Soviética, nos hoje amplamente conhecidos Processos de Moscou, que eliminaram a velha guarda bolchevique.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
O assassinato político tornou-se uma forma “corriqueira” de a esquerda resolver os seus conflitos intestinos. Processos jurídicos de fachada, tortura, acusações infundadas e mortes eram características próprias da esquerda no Poder. Não há sequer uma experiência histórica de compatibilização entre socialismo/comunismo e democracia. Lá onde o socialismo vingou, a democracia jamais germinou. Cuba e Coreia do Norte são rebentos deste período.
Se tomarmos a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, teremos uma oportunidade rara de comparação entre socialismo e capitalismo. O capitalismo sul-coreano produziu uma sociedade próspera, com alto grau de desenvolvimento industrial, científico e tecnológico. Empresas e universidades lá se retroalimentam. Sua educação tornou-se referência mundial. A democracia é o seu regime político.
A Coreia do Norte, por sua vez, é um regime tirânico, liberticida, que reduz a sua população a uma vida miserável. A fome grassa e os servos deste país sucumbem à falta de alimentos. Nada funciona, a não ser o Exército dotado de armamento nuclear, usado como ameaça constante à Coreia do Sul. Os seus processos políticos são uma caricatura, tendo sido neste país instaurada uma monarquia comunista, com direito de hereditariedade!
O século XX também apresentou outra experiência altamente significativa. Só os tolos hesitam em extrair dela o seu ensinamento. Havia duas Alemanhas, a Ocidental, capitalista, e a Oriental, socialista.
A primeira se caracterizava pela pujança, pelo respeito às liberdades, por uma vida sindical forte, por um crescimento econômico notável e por condições sociais invejáveis. Sua indústria tornou-se um exemplo mundial. Veio a ser uma das maiores economias do Planeta.
A segunda tinha como característica central a dominação violenta de sua população, com uso do partido e de sua polícia política. As suas condições sociais eram precárias e a liberdade era sistematicamente pisoteada. Tais eram seus problemas que o socialismo sucumbiu às suas próprias contradições. Nem os prussianos resistiram ao socialismo. A queda do Muro de Berlim foi um símbolo da derrocada socialista/comunista. A ideia socialista esborrachou-se no chão.
A esquerda tupiniquim, porém, teima em nada aprender. Parafraseando Talleyrand, discorrendo sobre a aristocracia emigrada, que se obstinava em não reconhecer os eventos revolucionários: “Eles nada aprenderam e nada esqueceram.”
Para essa esquerda, o socialismo continua plenamente vigente, sendo superior ao capitalismo, compreendido como fonte de todos os males. Trata-se de uma visão religiosa: o capitalismo é o pecado, o mal sobre a Terra, a origem do egoísmo e do lucro, enquanto o socialismo seria a redenção da humanidade, a solidariedade enfim conquistada entre os homens.
O embuste consiste no seguinte. O capitalismo não é comparado ao socialismo. Se isto fosse feito, a comparação, por exemplo, deveria ser entre a Alemanha capitalista e a socialista, ou ainda, entre a Coreia capitalista e a socialista. Os termos da comparação teriam parâmetros que serviriam de critério para qualquer avaliação.
A “comparação” é de outro tipo. Compara-se o capitalismo real, existente, com a ideia do socialismo, forjada por aqueles que lhe atribuem todas as perfeições. Ou seja, atribui-se ao socialismo todas as perfeições e, de posse destes atributos, passa-se a verificar se eles “existem” no capitalismo.
Isto é equivalente a comparar uma sociedade perfeita a uma imperfeita, ou ainda, a comparar o homem a Deus. É claro que o homem, com suas imperfeições, sairá sempre perdendo quando comparado a Deus. O mesmo destino teria a comparação entre uma sociedade perfeita (ideal) e uma imperfeita (real).
Mais curiosa ainda é a afirmação de alguns segundo os quais haveria plena compatibilidade entre socialismo e democracia, quando isto não se verificou historicamente em nenhum lugar. O socialismo no Poder se caracterizou pela tirania totalitária. O “pensamento” esquerdista, se é que se pode utilizar essa palavra, é totalmente capturado pelo dogma, esse repouso dos que se recusam a pensar. É o mundo das ideias descontroladas, que não podem ser verificadas empiricamente. Ora, só onde o capitalismo prosperou é que a democracia representativa foi consolidada e os cidadãos puderam usufruir da liberdade.
Há uma mentalidade religiosa, teológico-política, que guia a esquerda tupiniquim. Vive de “preconceitos” contra a economia de mercado e o direito de propriedade, postulando, como se fosse uma coisa teoricamente séria, a “utopia” ou o “socialismo” enquanto ideias “superiores” ao capitalismo. Na ausência de conceitos, contenta-se com diatribes contra o “neoliberalismo” e outras patranhas do mesmo tipo, como se fazer política residisse somente em enganar o próximo, em abusar da inteligência alheia.

domingo, 24 de outubro de 2010

A Esquerda!!! Que Esquerda???

Ah, minha juventude! Tudo era possível. Ou se era direita ou esquerda. Ser direita era “careta”. Ser esquerda era a pré-salvação das garras dos capitalistas. Enquanto a oportunidade não chegava, assobiavam baixinho a “internacional socialista”, liam, escondidos no banheiro, “O Capital”, mesmo sem entender bulhufas e a “playboy”, entendendo tudo, além de ouvirem a Rádio de Moscou no Motorola do fusca. Alguns malucos levaram tão a sério que morreram de porrada nos porões. Outros, mais espertos, concluíram que, melhor que apanhar era aderir ao sistema, principalmente quando não havia mais perigo.

- De mansinho, todo mundo foi mudando de lado. Uns encabulados, outros, descarados. Ficou fácil, mas – cá pra nós  - perdeu o encanto. Políticos paridos e embalados no berço da ditadura posam de esquerdistas. Ex-guerrilheiros assaltam os cofres públicos. Gente que nunca levou um grito dum sargento faz fila para receber a “bolsa ditadura”. Ser de esquerda virou apenas um negócio, um projeto pessoal. Temos esquerda para tudo. Aliás, só temos esquerda. Na atual eleição os mais votados foram, com diferentes graus de intensidade, de esquerda. Sem falar nos que não conseguiram ficar à esquerda da vírgula. Há dezesseis anos somos governados pela esquerda.

- Mudou? Certamente. Mas ficou melhor? Há controvérsias. Nestes três lustros, o país sofreu transformações nunca imaginadas pelos jovens idealistas dos anos sessenta, eu inclusive. O Brasil circula elegante e faceiro pelos salões de Wall Street e empresta dinheiro ao FMI. Até um trem-bala querem comprar. Talvez porque, à velocidade com que viaja, perdem-se os detalhes da paisagem social desde nosso Pindorama. Como uma imagem distorcida, há sempre uma nota dissonante na sinfonia do novo mundo brasileiro. A realidade e a utopia convivem em permanente promiscuidade, do Oiaí ao Chupoque.

- Os banqueiros, velhos inimigos da esquerda, enchem o rabo e os bolsos de dinheiro, surfando na maior taxa de juros do planeta. Passagens de avião são vendidas a preço de banana, com direito a pernoite nos bancos dos aeroportos. A saúde e a educação deveriam ser direito de todos, mas enquanto as escolas viram escombros, nos hospitais as filas são cada vez mais felás. Temos leis para tudo,mas as cadeias continuam se entupindo em progressão geométrica. O crime organizado vence o Estado desorganizado e corrupto, criando novas táticas de roubo, desde explosões de caixas a sequestro-relâmpago. As ruas estão infestadas de bandidos de quinze, dezesseis anos, ironicamente nascidos no ano em que a esquerda tomou o poder. Viverão, no máximo, trinta anos, pouco mais de um terço da expectativa de vida do brasileiro.

- Nas ruas, bandidos nos apartamentos e condomínios, moradores apavorados, escondidos atrás de guaritas, cercas eletrificadas, grades, alarmes e vigilantes turbinados. Nas avenidas enfeitadas para os turistas, meninas-moças, que não sabem de esquerda ou direita, ganham a vida com o centro, vendendo a sua inocência como fruta da vez. Temos um dos códigos de trânsito mais avançados do planeta, mas não conseguimos disciplinar o caos urbano que engaveta jamantas, jipões, motos e carroças jumentícias, disputando espaço nas avenidas e ruas duplicadas, produzindo uma estatística de centenas de mortes por dia.

- Ao invés de se extinguir a miséria, institucionalizou-se a pobreza. Hoje, ser pobre dá status. A esmola tem nome bonito e já não mata de vergonha, mas ainda vicia o cidadão. Vive-se entre o “bolsa-família” e a “bolsa ou a vida”. Aos patrícios foram dados direitos, e negligenciados os deveres de casa minha, minha vida.

Meu voto ainda é da esquerda, mas a do meu tempo.

Florentino Vereda

terça-feira, 25 de maio de 2010

O exército Petralha


Os petralhas também tem seus guerreiros fundamentalistas
com o mesmo fanatismo dos terroristas islâmicos.

A diferença é que enquanto os homens bombas explodem
seus corpos em atentados acreditando ir ao encontro de
Alá e Maomé e ganhar deles 70 virgens para consumo eterno,
os fanáticos do peleguismo caboclo operam diferente.

Ao invés de um lugar no céu, ganham uma nomeação em
gabinete e um contracheque para alimentar o parasitismo
e os ataques contra os adversários de Luiz Inácio e Dilma.

E como os patrões não podem garantir alguma virgem, ou
mesmo um garotão para recreios eróticos, os radicais de
campanha recebem ainda um "por fora" para garantir o
combustível em pó que lhe acende o delírio e aumenta a
fidelidade canina aos interesses de petralhas e aloprados.

Nos anos 70, as forças da ordem tinham a ratoeira certa
para pegar esses ratos. Uma pena que alguns escaparam
e ainda rastejem por aí contaminando desavisados.
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